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Billy the Kid: quem foi o pistoleiro mais famoso do Velho Oeste
William Henry McCarty, mais conhecido como Billy the Kid e também pelo pseudônimo William H. Bonney, foi um dos fora-da-lei mais famosos do Velho Oeste americano. Nascido em Nova Iorque em 23 de novembro de 1859 e morto aos 21 anos, em 14 de julho de 1881, em Fort Sumner, Novo México, ele foi vaqueiro, ladrão de cavalos e gado, pistoleiro e ficou marcado pela Guerra do Condado de Lincoln.
Segundo a lenda criada pelo seu obituário, publicado pelo jornal sensacionalista Santa Fe Weekly Democrat em 21 de julho de 1881, Billy teria matado 21 homens, um para cada ano de vida. Os registros históricos, porém, contabilizam apenas quatro assassinatos diretamente cometidos por ele.
Juventude
Ainda há dúvidas sobre sua origem, mas a versão mais aceita é que nasceu em Manhattan como Henry McCarty. Perdeu o pai cedo e se mudou com a mãe, Catherine McCarty, e o irmão Joseph para Indiana, onde a mãe se casou com William Antrim. Daí o nome Henry Antrim, um de seus pseudônimos.
A família passou por Wichita, no Kansas, Santa Fé e Silver City, no Novo México, onde Catherine morreu de tuberculose quando Billy tinha 14 anos. Em Silver City, foi preso com um amigo por roubar roupas de uma lavanderia, fugiu da prisão e passou a viver furtando cavalos pelos desertos dos EUA e do México.
Aos 17 anos, no Arizona, cometeu seu primeiro homicídio. Matou o ferreiro Frank P. Cahill, conhecido por ser brigão, após ser derrubado no chão durante uma briga de bar. Para fugir das autoridades, foi para o Novo México.
A Guerra do Condado de Lincoln
Em 1877 começou a trabalhar no rancho de Frank e George Coe e, por indicação de Richard Brewer, foi contratado pelo rancheiro John Henry Tunstall. Segundo Frank Coe, foi a primeira vez que Billy ganhou presentes na vida: um cavalo, roupas e uma arma.
Em fevereiro de 1878, Tunstall foi assassinado a mando do rival James J. Dolan. O advogado de Tunstall, Alexander McSween, conseguiu que o juiz de paz nomeasse os homens de Tunstall como delegados. Nasceu ali o grupo “Os Reguladores de Lincoln”, liderado por Richard Brewer.
O grupo saiu em busca de vingança. Em 1º de abril de 1878, emboscaram e mataram o xerife William J. Brady e seu delegado George W. Hindman na rua principal de Lincoln. Brady era aliado de Dolan e suspeito de mandar matar Tunstall. Hindman participou do grupo que matou Tunstall. Billy foi ferido na perna.
Em 4 de abril, no tiroteio de Blazer’s Mill, Billy foi ferido no braço por Andrew “Buckshot” Roberts. No confronto, Brewer morreu com um tiro no olho e Roberts morreu horas depois.
O conflito terminou com o cerco à casa de McSween, durante a Batalha de Lincoln. A casa foi incendiada pelos homens de Dolan. Billy liderou a fuga pelo portão lateral, sob tiroteio, e escapou pela escuridão. McSween e outros dois Reguladores morreram.
Vida como fora da lei e morte
Após a guerra, os Reguladores se separaram em Fort Sumner. Billy, Tom O’Folliard e Charlie Bowdre continuaram roubando gado e formaram uma nova gangue com Tom Pickett, Billy Wilson e Dave Rudabaugh.
Em 1879, ofereceu-se como testemunha do assassinato do advogado Huston Chapman, morto por James Dolan, e fez um acordo com o governador Lew Wallace para receber anistia. Ficou preso para proteção durante o processo, mas fugiu em 12 de julho ao perceber que não seria libertado. Na fuga, matou os delegados J.W. Bell e Bob Ollinger.
Em janeiro de 1880, em Fort Sumner, matou o bêbado Joe Grant em um saloon. Grant apostou que mataria alguém naquela noite e tentou atirar em Billy pelas costas, mas a arma havia sido sabotada por Billy antes.
Em 19 de dezembro de 1880, foi emboscado por Pat Garrett. Tom O’Folliard morreu. Cinco dias depois, em Stinking Springs, Charlie Bowdre foi morto. Em 14 de julho de 1881, Pat Garrett matou Billy the Kid no rancho de Peter Maxwell, em Fort Sumner. Segundo o relato, Billy entrou no quarto escuro, perguntou em espanhol “¿Quién es?” ao ver um vulto, e Garrett disparou duas vezes.
Quem Billy the Kid matou?
Oficialmente, quatro vítimas diretas: Frank P. Cahill (1877), J.W. Bell (1879), Bob Ollinger (1879) e Joe Grant (1880). Participou ainda da morte de Frank Baker, Buck Morton, William J. Brady, George Hindman e Manuel Segovia.
A teoria de que viveu até 1950
Existe a teoria de que Garrett não matou Billy e que ele viveu no Texas como “Brushy Bill” Roberts até 1950. Em 1948, o investigador William V. Morrison ouviu de Jesse Evans (que vivia como Joe Hines) que o terceiro sobrevivente da Guerra de Lincoln morava em Hico, Texas, como Oliver L. Roberts. Historiadores como Frederick Nolan refutam a tese, apontando que registros mostram Brushy Bill nascido em 1879, dois anos antes da morte de Billy.
Perdão negado e fotos
Em 2010, o governador do Novo México, Bill Richardson, negou o perdão póstumo prometido em 1880 por Lew Wallace.
Existem apenas duas fotos comprovadas de Billy the Kid. A mais famosa, de 1880 em Fort Sumner, de 5×8 cm, foi vendida por US$ 2,3 milhões em 2010 e fez muitos acreditarem que ele era canhoto por causa da inversão da imagem. A segunda, de 1878 jogando croquet, foi autenticada em 2015 e avaliada em US$ 5 milhões.
Na cultura popular
Billy virou ícone do Velho Oeste e inspirou filmes como Pat Garrett and Billy the Kid (1973, com trilha de Bob Dylan), Young Guns (1988, com Emilio Estevez) e Old Henry (2021), músicas de Jon Bon Jovi, Running Wild, Billy Joel e Aaron Copland, além de aparições em Os Simpsons e Kamen Rider Ghost.
Fonte: Billy the Kid: quem foi o pistoleiro mais famoso do Velho Oeste
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Cármen Lúcia defende sigilo da fonte e diz que liberdade de imprensa não está em questão
Centenário e afundamento
Fonte: Centenário e afundamento
Vai comprar um terreno? Veja 7 pontos que você precisa avaliar antes de fechar negócio
Comprar um terreno é um dos passos mais importantes para quem quer construir a casa própria, abrir um negócio ou fazer um investimento para o futuro. Com o mercado imobiliário aquecido e muitas opções disponíveis, planejar e pesquisar é essencial para não errar.
O primeiro conselho é contar com um corretor de imóveis de confiança. Ele vai ajudar a esclarecer dúvidas, resolver burocracias e encontrar as melhores oportunidades dentro do seu perfil. Mas a decisão final exige atenção a alguns detalhes que impactam diretamente no custo da obra, na qualidade de vida e na valorização.
Confira 7 características fundamentais para avaliar:
1. Localização
Pense além do bairro. Avalie a posição do lote na quadra — esquina ou meio de quadra atendem a necessidades diferentes — e a distância para o trabalho, escola dos filhos e serviços do dia a dia. Boa localização facilita a rotina e valoriza o imóvel.
2. Infraestrutura do entorno
Verifique o que o bairro oferece: mercados, farmácias, escolas, postos de saúde, praças, restaurantes, transporte público, asfalto, iluminação e rede de esgoto. Um entorno bem servido traz mais conforto e ajuda o terreno a se valorizar.
3. Estrutura e topografia do terreno
Um terreno plano, em aclive ou declive muda totalmente o projeto e o custo da construção. Observe o tipo de solo, a necessidade de aterro, muro de contenção ou drenagem e se há risco de alagamento. Esses detalhes podem encarecer muito a obra.
4. Orientação solar
A posição do sol influencia iluminação, ventilação, conforto térmico e até a conta de luz. Uma boa orientação evita cômodos escuros e úmidos, reduz mofo e ajuda a planejar onde ficarão quartos, salas e área de lazer.
5. Preço e condições de pagamento
Compare valores na mesma região, avalie o histórico de valorização e negocie. Analise não só o preço total, mas entrada, parcelas, juros, taxas e possibilidade de financiamento. Desconfie de valores muito abaixo do mercado.
6. Potencial de valorização
Mesmo que a ideia seja morar, encare o terreno como investimento. Pesquise se há projetos futuros na região — novos comércios, asfaltamento, loteamentos planejados, empresas chegando — e se o bairro está em crescimento. Empreendimentos que seguem o conceito de novo urbanismo, que misturam moradia, comércio e lazer, tendem a valorizar mais.
7. Documentação
Esse é o ponto que mais gera dor de cabeça quando é ignorado. Com ajuda do corretor, confira se o terreno está legalizado, com matrícula atualizada no Cartório de Registro de Imóveis, IPTU em dia, sem dívidas ou ações judiciais, e se possui viabilidade para construir o que você deseja junto à prefeitura.
Fazer essa checagem com calma evita surpresas e garante que o sonho da construção não vire um problema no futuro.
Fonte: Vai comprar um terreno? Veja 7 pontos que você precisa avaliar antes de fechar negócio
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Brinco Ear Jacket Virgína folheado a ouro, contendo duas pedras de zircônia.
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Garantia: 1 ano após a data da compra
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Dimensões aproximadas:
-comprimento total: 2,2 cm
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RS tem 464 vagas abertas em concursos públicos com salários de até R$ 19,5 mil
Minha Casa, Minha Vida 2026: veja o que muda com a nova Faixa 4, juros menores e imóveis de até R$ 600 mil
O governo federal atualizou as regras do Minha Casa, Minha Vida para 2026. Com a criação de uma nova faixa de renda, aumento do teto dos imóveis e juros reduzidos, o programa amplia o acesso à casa própria — da baixa renda à classe média.
Segundo dados citados pela CNN, o programa bateu recorde de 698 mil financiamentos em 2024, número que deve crescer com as novas condições.
Confira as principais mudanças:
1. Criação da Faixa 4
A grande novidade é a inclusão de famílias com renda mensal de R$ 9.600,01 a R$ 13.000,00.
Essa faixa não tem subsídio, mas oferece juros de 10% a 10,5% ao ano — abaixo do mercado tradicional — e prazo de pagamento estendido para até 35 anos. O foco é atender a classe média, principalmente nas capitais.
2. Novos tetos de renda
Com a nova faixa, todas as outras foram reajustadas:
- Faixa 1: até R$ 3.200,00 (era R$ 2.850,00)
- Faixa 2: de R$ 3.200,01 a R$ 5.000,00 (era até R$ 4.700,00)
- Faixa 3: de R$ 5.000,01 a R$ 9.600,00 (era até R$ 8.600,00)
- Faixa 4: de R$ 9.600,01 a R$ 13.000,00
Para a zona rural, o limite vai de R$ 50 mil anuais (Faixa 1) a R$ 134 mil (Faixa 3).
3. Valor máximo dos imóveis aumentou
O teto para financiamento urbano subiu:
- Faixas 1 e 2: até R$ 275 mil, conforme a localidade
- Faixa 3: até R$ 400 mil
- Faixa 4: até R$ 600 mil
A medida busca contemplar imóveis em regiões metropolitanas, onde os preços são mais altos.
4. Juros menores
As taxas foram reduzidas em até 1,16 ponto percentual:
- Faixa 1: a partir de 4% ao ano
- Faixa 2: de 4,75% a 7% ao ano
- Faixa 3: até 8,16% ao ano
- Faixa 4: em torno de 10% ao ano
Os valores variam por região e composição familiar.
5. Subsídio de até R$ 55 mil
Para as Faixas 1 e 2, o desconto dado pelo governo no valor do imóvel — que é abatido direto do financiamento — pode chegar a R$ 55 mil, dependendo da renda e da localização. Exemplo: em um apartamento de R$ 120 mil com subsídio de R$ 20 mil, a família financia apenas R$ 100 mil.
6. Outras novas regras para 2026
Quem pode participar: ter 18 anos ou mais, não possuir imóvel próprio, não ter financiamento ativo no SFH, não ter sido beneficiado antes por programa habitacional, morar na cidade onde quer comprar e comprovar capacidade de pagamento. Auxílios como Bolsa Família e BPC não entram no cálculo da renda.
Prioridades: famílias chefiadas por mulheres, com idosos ou pessoas com deficiência, em risco social e pessoas em situação de rua. Pela Portaria nº 1121, 38 municípios e todas as capitais devem destinar 3% das unidades em construção para população em situação de rua.
Composição de renda: é possível somar rendas para aprovar o financiamento, mas o prazo máximo considera a idade do membro mais velho — o contrato deve terminar até ele completar 80 anos.
Prazo maior: o financiamento agora pode ser feito em até 35 anos, o que reduz o valor das parcelas.
Uso do FGTS: o saldo pode ser usado para pagar a entrada ou abater o saldo devedor.
Como se inscrever
- Faixa 1: inscrição deve ser feita na prefeitura da cidade.
- Faixas 2, 3 e 4: o interessado deve escolher o imóvel, fazer a simulação e procurar uma entidade organizadora ou diretamente a Caixa Econômica Federal com a documentação e análise de crédito aprovada.
Para quem está em situação de rua, é preciso ter cadastro no CadÚnico e comprovação pela rede socioassistencial local.




