A desaceleração do número de novos casos e de mortes nos Estados Unidos tem levado alguns governadores ao redor do país a fazer planos para uma reabertura gradual das atividades e um relaxamento das medidas de quarentena. Alguns estados como Texas e Vermont já permitem que as pessoas voltem a frequentar praças e parques durante o dia, desde que estejam usando máscaras, e também autorizaram o funcionamento de pequenas empresas do setor de serviços. Outros estados como a Califórnia, Oregon e Washington fazem planos para a reabertura em breve.
Dados do Ministério da Saúde divulgados há uma semana revelam que a obesidade já é o principal fator de risco nas vítimas da covid-19 com menos de 60 anos – à frente até de problemas respiratórios e cardiológicos. Conforme os últimos relatos do governo, há uma relação importante entre as formas mais graves do coronavírus em jovens e a obesidade. Ao menos 20% da população do país é considerada obesa.
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Ao menos 12 dos 15 hospitais municipais de São Paulo precisam de obras urgentes para receber pacientes em meio à crise do novo coronavírus, aponta levantamento interno da Autarquia Hospitalar Municipal. Todas as unidades da rede precisam de revisão da parte elétrica e das redes de gás, “algumas com entupimentos, outras com possíveis vazamentos”, aponta o documento. Na lista de obras, há desde serviços para aumentar leitos em UTIs, até, em alguns casos, para a reforma completa do hospital.
Singapura está acostumada a ser um exemplo global em diferentes áreas. É assim na educação, na competitividade da economia, na expectativa de vida. No início da pandemia do novo coronavírus não foi diferente. Mas alguma coisa deu errado. Nesta segunda-feira, 20 de abril, a má notícia: foi registrado um número recorde de casos diários. Análises da situação mostram que o governo não olhou com atenção para os trabalhadores estrangeiros que vivem em dormitórios apertados e em situação de precariedade.
Na linha de frente do combate ao coronavírus, os profissionais da saúde são os mais expostos à doença, e também os que estão com mais medo. “Em uma escala de 1 a 10 o medo da população está em 6 mais ou menos. O dos médicos, 11″, diz Natanael Adiwardana, infectologista na Rede d’Or. Ele é um dos profissionais que aceitou contar como é um dia de trabalho no combate ao novo coronavírus.