RS Notícias: ATITUDES ANTAGÔNICAS

AMESTRADOS
As VERDADES ditas e repetidas pelo presidente Jair Bolsonaro na entrevista que concedeu a emissora de televisão a cabo CNN, na noite de ontem, sem a menor surpresa foram, TODAS, -ENTENDIDAS e COMENTADAS- por parte do enorme exército de jornalistas/analistas AMESTRADOS, como mais um ato de destempero e agressividade do MALVADO Chefe do Executivo.

ABUTRES
Vejam que encerrada a entrevista, à exceção do comentarista político Caio Coppola, nenhum jornalista-abutre da CNN levou em CONTA JUSTA os pontos -corretamente- observados pelo presidente Bolsonaro.

Nem mesmo a parte na qual Bolsonaro se referiu à MALDOSA, CRIMINOSA E IRREPONSÁVEL DECISÃO dos 431 deputados, comandados pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que jogou no colo do já deficitário Tesouro Nacional a conta dos imensos DÉFICITS FISCAIS dos estados e municípios, sem a mínima contrapartida.

SENTIMENTO DE ÓDIO
Mais: fiquei por um bom tempo com a TV ligada na CNN, na vã expectativa de que em algum momento um ou outro comunicador deixasse de lado o sentimento de ódio que, constantemente precisa ser demonstrado, em bloco, e viesse a dizer, enfim, que as matérias que vem sendo aprovadas no Legislativo fogem completamente daquilo que é exigido para enfrentar a brutal RECESSÃO ECONÔMICA que já ARROMBOU AS PORTAS do nosso imenso Brasil.

CRISE E OPORTUNIDADE
Ora, a considerar o que a maioria destes maus deputados vêm fazendo, ou o que deixam de fazer, se realmente procede que, em chinês, a palavra CRISE é composta por dois caracteres, onde um representa PERIGO e o outro representa OPORTUNIDADE, este tratamento, infelizmente, é visto e operado no nosso empobrecido Brasil de forma ANTAGÔNICA pelo SETOR PRIVADO e PELO SETOR PÚBLICO (notadamente nesta lamentável legislatura).

TRATAMENTO ANTAGÔNICO
Enquanto o SETOR PRIVADO vê as CRISES como OPORTUNIDADES para resolver problemas e dar a volta por cima, o SETOR PÚBLICO, na cabeça e nas intenções dos atuais líderes da Câmara e do Senado, e de seus seguidores fiéis, vê as CRISES como grandes OPORTUNIDADES de CRIAR PROBLEMAS, sendo que muitos deles INSOLÚVEIS ou de aumento do PERIGO.

O CALOTE ESTÁ NO RADAR
Ora, não é necessário ser iniciado em ECONOMIA para entender, com absoluta clareza, que a PRODUÇÃO INDISCRIMINADA DE DÉFICITS PÚBLICOS, como quer e exige o imenso grupo de deputados, prejudica o país como um todo. Afinal, quanto mais endividado o país, maior a certeza de que em algum momento seus financiadores (compradores de títulos públicos) serão contemplados com um CALOTE.

Vide, a propósito o que acontece na nossa vizinha Argentina, onde o governo, sem outra saída, está propondo um desconto de 50% do valor de face dos seus títulos públicos. Com um detalhe: quem não aceitar corre o risco de ficar sem nada. Que tal?

Pontocritico.com

Fonte: RS Notícias: ATITUDES ANTAGÔNICAS

RS Notícias: Eis o texto do pensador Mateus Bandeira – CÂMARA COLOCA MAIS LENHA NA FOGUEIRA DA COVID-19, publicado na Revista Voto:

O coronavírus produziu dois tipos de vítimas conhecidos. Os milhares de mortos e a economia. ?No primeiro caso, tristes números aumentam diariamente. No segundo, uma bomba-relógio vai provocar depressão histórica.

O terceiro tipo de vítima está sendo armado no Congresso. A Câmara acendeu o pavio esta semana ao aprovar o PLP 149, apelidado de pauta-bomba. ?Como resumiu o ministro Paulo Guedes, trata-se de um “cheque em branco” a governadores e prefeitos. Caso o Senado não apague este pavio, os governantes locais continuarão gastando sem se preocupar com a crise econômica iminente.

CIDADÃOS DE 2ª CLASSE

”Poderão manter intacta a estrutura que propiciou o colapso de suas contas e que, em grande medida, inviabilizou o funcionamento da máquina estatal”, resumiu, em editorial, o Estadão. O terceiro tipo de vítima será a deterioração para além do necessário das contas públicas e a manutenção do fosso social que divide o Brasil em cidadãos de 1ª e 2ª classe.

Embora a covid-19 seja ainda pouca conhecida, governantes ao redor do mundo passaram a adotar estratégias de manada. Quase sem debate, decretaram o isolamento social ou o lockdown.

Com a convicção dos tolos, governadores decidiram suspender de forma irrefletida o funcionamento da economia. No Rio Grande do Sul, mais de 400 municípios que não tiveram um caso sequer de contaminação, fecharam seus comércios por imposição do governador. Medidas como esta estão gerando quebradeira e desemprego, bloqueando a arrecadação. Com os cofres vazios, governantes agora buscam o Parlamento, valhacouto de maldades travestidas de bondades.

Claro que é preciso cuidar da saúde das pessoas. Igualmente justo bancar a sobrevivência dos desamparados. Também correto socorrer empresas, evitando o aumento do desemprego. ?Eis o dinheiro bem aplicado. Aumentar o déficit e a dívida com objetivo justo e humanitário.

Porém, assim como cada vírus tem sua própria vacina, cada setor da economia merece tratamento único. Não é possível tratar o setor público da mesma forma que o privado. É o setor privado que sustenta o setor público.

Se o Congresso não tiver cuidado, vai aumentar o rombo fiscal de estados e municípios. É como colocar mais lenha na fogueira do nosso crônico descalabro fiscal.

Respiradores são mesmo prioridade?

Por isso é preciso fazer esta distinção. Comprar respiradores e construir mais leitos de UTI, garantir renda aos desfavorecidos e evitar falências é investimento.

Contrair dívida e aumentar o déficit para preservar estados perdulários – e proteger privilégios – é gasto sem volta. Além de inútil, é injusto.

O economista Bernard Appy fez esta ponderação. “O inevitável apoio financeiro da União” deve se restringir “aos impactos temporários da crise”. ?”Idealmente, [este apoio deve estar] vinculado a contrapartidas, como uma redução do vencimento dos servidores afastados do trabalho semelhante à proposta para o setor privado”.

Este é o ponto fulcral da necessária ajuda a estados e municípios. Um cheque em branco autoriza os mandatários a preservarem privilégios do funcionalismo e adiarem a venda de estatais. Pergunto: por que um operário que recebe salário mínimo pode ter seu salário reduzido e um juiz que ganha acima do teto salarial (R$ 39,2 mil), não?

O hexágono de Roberto Campos

Se resta dúvida ao leitor, sugiro o “hexágono” de Roberto Campos. “A Constituição de 1988 criou um hexágono de ferro, que dificulta a modernização administrativa”, escreveu.

”Os lados do hexágono são a (1) estabilidade do funcionalismo, (2) a irredutibilidade dos vencimentos, (3) a isonomia de remunerações, (4) a autonomia dos Poderes para fixação dos seus vencimentos, (5) o direito quase irrestrito à greve nos serviços públicos e o (6) regime único de servidores. Ou seja, o Estado garante tudo a uma minoria que desfruta da estabilidade e ótimas remunerações, enquanto milhões de trabalhadores estão desempregados”.

Roberto Campos não conheceu o coronavírus. Mas conhecia o vírus da burocracia que aprisiona o Estado e faz do Brasil um dos países mais injustos do mundo.

A crise pandêmica que fustiga o Brasil pode ser uma oportunidade para mostrarmos que aqui não há mais espaço para cidadãos de 1ª e de 2ª categoria. Para isto, é preciso que o Senado desarme a bomba-relógio acesa na Câmara. Ainda há tempo.

Pontocritico.com

Fonte: RS Notícias: Eis o texto do pensador Mateus Bandeira – CÂMARA COLOCA MAIS LENHA NA FOGUEIRA DA COVID-19, publicado na Revista Voto:

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RS Notícias: Mais de 76 mil presos tentaram ‘burlar sistema’ para receber coronavoucher, diz Onyx

Por Redação O Antagonista

Onyx Lorenzoni afirmou nesta quinta-feira (16) que 76.624 presos tentaram burlar o sistema para receber os R$ 600 do coronavoucher.
Segundo o ministro, estas pessoas, apesar de presos, ainda têm CPFs ativos e conseguiram realizar o cadastro para receber o benefício.

 

“Temos 577 mil presidiários no Brasil que têm CPF ativos nas mais variadas condições. Destes, em torno de 70 mil tentaram burlar o sistema de controle que nós temos na Dataprev e tentaram receber os R$ 600. Não é para bandido, é para as famílias de trabalhadores. Pessoas de bem, vulneráveis, que precisam ser protegidas.”

Onyx também criticou a decisão de um juiz do TRF-1 de retirar a exigência de CPF ativo para que a pessoa solicite o coronavoucher.
“Soubemos que um juiz quer cancelar a exigência de que exista um CPF para nós fazermos seleção das pessoas elegíveis. Se for cancelado, tem 577 mil que poderão organizar nos presídios usinas de fraude.”

O Antagonista

Fonte: RS Notícias: Mais de 76 mil presos tentaram ‘burlar sistema’ para receber coronavoucher, diz Onyx