Fonte: RS Notícias: Marcos Pontes: “A ciência é a única arma que a gente tem para combater este vírus”
Mês: abril 2020
RS Notícias: Câmara dá 30 dias para Bolsonaro divulgar seus exames da Covid-19
RS Notícias: Governo diz que encontrou remédio com 94% de eficácia contra Covid-19

Segundo Marcos Pontes, o resultado da pesquisa para analisar a eficácia dos medicamentos em humanos deve ser divulgada na metade de maio
“No máximo na metade de maio, um momento crítico, nós teremos aqui uma solução de um tratamento, se Deus quiser, estou contando que esses testes clínicos realmente demonstrem a eficiência desse remédio, a probabilidade maior é essa. Considerando isso correto, a gente vai ter um tratamento com um remédio que não tem praticamente efeitos colaterais”, disse Pontes.
MBL News
Fonte: RS Notícias: Governo diz que encontrou remédio com 94% de eficácia contra Covid-19
RS Notícias: Jasmine Waltz, modelo, atriz e personalidade de reality show de Las Vegas, Nevada






Jasmine Waltz é uma modelo, atriz e personalidade de reality show de Las Vegas, Nevada . [1]
Clique aqui para ler a matéria completa no site Wikipédia.
Fonte: RS Notícias: Jasmine Waltz, modelo, atriz e personalidade de reality show de Las Vegas, Nevada
RS Notícias: Mais de 50% dos pacientes com covid-19 no Brasil já se curaram
Fonte: RS Notícias: Mais de 50% dos pacientes com covid-19 no Brasil já se curaram
RS Notícias: O BRASIL SOFRE DE PRIVILEGIATURA
NOVEMBRO DE 2019
Em novembro de 2019, vale lembrar, quando o Coronavirus ainda era uma doença praticamente desconhecida, o Brasil, ao mesmo tempo que comemorava a aprovação da REFORMA DA PREVIDÊNCIA, alimentava a grande esperança de que a partir daí as REFORMAS -TRIBUTÁRIA E ADMINISTRATIVA- teriam tramitação rápida, com ampla possibilidade de aprovação ainda que, certamente, repletas de mutilações.
A ALEGRIA DUROU POUCO
Pois, como se vê, essa -alegria- manifestada por milhões de brasileiros que, teimosamente, se dedicam a FAZER OS PRODUTOS E PRESTAR OS SERVIÇOS, durou até o início de março deste ano, quando o COVID-19 entrou em cena mostrando a sua faceta mórbida e extremamente preocupante.
SALTO
A partir daí, infelizmente, tudo aquilo que oferecia nítida condição para transformar o nosso empobrecido Brasil num país com uma real capacidade de dar o SALTO DEFINITIVO na direção correta, mas sempre adiada, do CRESCIMENTO e do DESENVOLVIMENTO, foi empurrada sabe-se lá para quando.
ECONOMIA EM FRANGALHOS
Pois, na medida em que os brasileiros que -PRODUZEM E PRESTAM SERVIÇOS- foram sendo IMPEDIDOS, por decisões -DITATORIAIS- de governadores e prefeitos que até então escondiam tais preferências, a ECONOMIA, por óbvio entrou em frangalhos, com sinais claros, imediatos e garantidos de forte RECESSÃO, com indisfarçável aparência de DEPRESSÃO.
DEIXADAS DE LADO
Como se não bastasse a real e DRAMÁTICA situação ECONÔMICA que já estamos vivenciando, as REFORMAS – TRIBUTÁRIA E ADMINISTRATIVA-, que poderiam amenizar a crueldade da crise e/ou melhor preparar o Brasil para o PÓS-PANDEMIA, por incrível que possa parecer, foram deixadas de lado pelos nada valorosos políticos.
TSUNAMI SÓ PARA O SETOR PRIVADO
Enquanto o terror assola claramente o SETOR PRIVADO, através das ondas do tsunami do ISOLAMENTO, que no seu tenebroso curso vai destruindo empregos e empresas de forma indiscriminada, o SETOR PÚBLICO segue com a IMUNIDADE que garante não apenas a empregabilidade total como os altos salários e privilégios da casta de SERVIDORES PÚBLICOS que perfazem a injusta PRIMEIRA CLASSE DE BRASILEIROS.
PRIVILEGIATURA
A propósito, tudo isto coloca o Brasil como país empobrecido deriva da PRIVILEGIATURA, como bem discorre o jornalista Fernão Lara Mesquita, editor do blog -VESPEIRO-, no conteúdo publicado ontem – A GUERRA DOS TROUXAS -:
Desigualdade de renda: teu nome é PRIVILEGIATURA
Favela: teu nome é PRIVILEGIATURA
Colapso do sistema de saúde: teu nome é PRIVILEGIATURA…
A lista poderia ir longe. Todo mundo sabe onde sobra o dinheiro que falta em todos os outros lugares do Brasil.
Pontocritico.com
RS Notícias: TSUNAMI SÓ PARA O SETOR PRIVADO
Enquanto o terror assola claramente o SETOR PRIVADO, através das ondas do tsunami do ISOLAMENTO, que no seu tenebroso curso vai destruindo empregos e empresas de forma indiscriminada, o SETOR PÚBLICO segue com a IMUNIDADE que garante não apenas a empregabilidade total como os altos salários e privilégios da casta de SERVIDORES PÚBLICOS que perfazem a injusta PRIMEIRA CLASSE DE BRASILEIROS.
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RS Notícias: ESPAÇO PENSAR+ Eis o texto do pensador Marcio Coimbra – A REFORMA ADMINISTRATIVA É URGENTE -:
Hoje, praticamente todos alcançam o topo da carreira no SETOR PÚBLICO. Precisamos de um sistema baseado no mérito.
A reforma do setor público tornou-se uma das mais importantes missões de qualquer governo, mas toma contornos especiais diante de uma administração de viés liberal e reformista, que busca equilíbrio das contas públicas e disciplina fiscal. Mas essa reforma vai além, pois torna-se imperiosa diante do modelo de nação que o Brasil deseja construir. Se almejamos um país moderno e inovador, já passou do momento de livrar-nos das amarras de um passado patrimonialista e atrasado.
A reforma administrativa é ponto central dessa nova estrutura de Estado leve e moderno que devemos alcançar. As medidas são as mais variadas, desde a diminuição dos salários para quem ingressar na carreira pública até a redução do número de carreiras de mais de 300 para 20 a 30. A forma de progressão é algo que também precisa mudar. Além da qualificação, o desempenho precisa ser medido de forma séria e eficaz e os salários iniciais aproximados daqueles do setor privado.
Outras nações fizeram a opção por reformar as estruturas e regras que compõem o funcionalismo público ao longo de sua história. Os norte-americanos sofreram com o clientelismo e o patrimonialismo. Foi somente nas presidências de James Garfield e Chester Arthur, no fim do século XIX, que se atacou de forma definitiva o problema mediante uma ampla e profunda reforma do serviço público. Esse foi o grande legado de seu tempo.
No Brasil, as regras precisam acompanhar as melhores e mais modernas práticas administrativas conhecidas pelo mundo. O sistema de pirâmide, em que os melhores chegam ao topo, cria um choque de eficiência e parece ser um modelo adequado. Hoje, praticamente todos alcançam o topo da carreira. Os níveis mais altos, ao contrário do que ocorre hoje, devem ser ocupados somente pelos servidores com melhor desempenho. Precisamos de um sistema de progressão baseado no mérito.
O sistema atual tem enormes falhas que necessitam ser corrigidas. Estima-se, por exemplo, que o setor público gaste R$ 2,3 bilhões por ano pagando aos servidores salários acima do teto constitucional, atualmente de R$ 39 mil. Isso mancha a imagem do setor público, desacredita nossas instituições e causa revolta na população. É preciso acabar com auxílios, benefícios e gratificações que tornam o teto apenas uma peça de ficção.
Ainda no governo Fernando Henrique, foi realizada a mais importante e recente reforma do setor público. A inspiração foi o modelo francês, com áreas de qualificação e implementação de carreiras, como a de gestor.
Desde então, muito pouco se avançou.
Naquele momento, foi a reforma exigida pelo período histórico que passava o país. Hoje, depois de dar aquele importante passo e resgatar o serviço público, lançando as bases de um novo modelo que encontrou tempo para se consolidar e também mostrar suas falhas, chegou o momento de nosso país dar mais um passo. Foi esse o caminho apontado pelas urnas e que, agora, busca ser implementado pelo governo. É hora de evoluir.
Uma reforma administrativa robusta passa pela necessidade de o governo mexer nas regras dos atuais funcionários públicos e também rever a questão da estabilidade funcional, além de flexibilizar a possibilidade de dispensa de servidores. Um modelo associado a padrões ultrapassados inviabiliza a construção de um setor público forte e dinâmico.
Bolsonaro precisa encarar com tranquilidade os grupos de pressão e o corporativismo que tentará inviabilizar a reforma. Ao evitar uma revisão robusta e profunda, o Brasil ficará relegado ao atraso institucional e distante das práticas modernas de administração pública.
Vivemos um período de transição para um novo modelo de sociedade, baseado em ferramentas digitais e agilidade na prestação do serviço público. Um estado moderno precisa enfrentar esses desafios, tornando-se uma ferramenta leve e ágil. Os novos tempos farão com que a burocracia seja absorvida pela tecnologia, acabando com um sistema vetusto e arcaico que fará apenas parte da história.
O atual governo foi eleito com esse compromisso. Implementar um novo modelo que ao mesmo tempo seja responsável por enxergar o país do futuro e colocar o cidadão, o principal cliente do Estado e sua razão de ser, em primeiro lugar.
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RS Notícias: A AGENDA DO BOM SENSO
RS Notícias: Courtney B Turk, atriz americana










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