RS Notícias: Isolamento em Porto Alegre não termina antes de maio, afirma Marchezan

Apesar do movimento na Capital começar a crescer, prefeito projeta restrições durante todo o mês de abril

População tem ido mais às ruas nos últimos dias, apesar da necessidade de isolamento

As medidas de isolamento tomadas em Porto Alegre para combater o novo coronavírus não devem ser alteradas antes de maio. Essa é a perspectiva do prefeito Nelson Marchezan Júnior, que projeta a manutenção das restrições pelo menos até o dia 30 de abril. “A nossa intenção, é óbvio, é voltar o mais rápido possível com o regramento normal das atividades e da vida do cidadão, mas hoje a gente pode ver que até o final do mês não haverá mudança.”
Marchezan também reconhece que houve um aumento no número de pessoas circulando pela cidade nas últimas semanas, mas garante que isso ainda está sob controle. “O ideal seria que todos ficassem (em casa), alguns países estão fazendo isso, mas aqui em Porto Alegre, como regra, no sentido macro, a sociedade respondeu bem.”
Nas últimas semanas, o Centro começou a intensificar a movimentação de pessoas, bem como em locais de lazer como a Orla do Guaíba. “É normal que algumas pessoas comecem a ficar estressadas, angustiadas, ou até com algum tipo de necessidade, seja psicológica ou fisiológica, precisar comprar alguma coisa, e que acabe tendo algum movimento acima do que nós gostaríamos”, afirma Marchezan. O prefeito pede que quem sair na rua tenha ações mais cuidadosas para evitar a proliferação do novo coronavírus. “O que a gente tem que pedir é que, pelo menos, essa população mantenha os seus hábitos de higiene, mantenha-se afastada de outras pessoas, com distanciamento de dois, três metros se possível, que ao tossir e espirrar proteja a boca.”
Mesmo afirmando que no momento está tranquilo com relação o crescimento na movimentação, o prefeito não descarta que medidas mais duras possam ser tomadas. “Evidentemente que se, em algum momento, tiver algo acima daquilo que a gente entende que é seguro para a própria população e que isso esteja espalhando o vírus com muito mais velocidade, a gente vai ter que pensar em outras ações.”
O prefeito também avalia que as falas do presidente Jair Bolsonaro têm um impacto direto no comportamento da população. “A gente percebe que sempre que há uma manifestação do presidente acontece isso (aumento de pessoas nas ruas) e até acontece algum tipo de mobilização mais agressiva. Acho que não é o momento disso ser valorizado.” Marchezan tem sido pressionado por diferentes setores econômicos que querem a retomada do comércio, inclusive com carreatas pedindo a reabertura das lojas. Ele minimiza essas ações e afirma que não cederá sem comprovações científicas.
“Sem olhar para nenhum setor específico, sejam eles os mais bem aquinhoados financeiramente, sejam influentes. A gente também está olhando para aquilo que salva a vida da maioria de um milhão e meio de habitantes, sempre com bases científicas, com evidências.” De acordo com prefeito, o objetivo do momento é vencer a doença e deixar os outros assuntos de lado. “É uma crise econômica e, principalmente, o que é mais doloroso, uma crise social que já está afetando os mais pobres de Porto Alegre, do Estado, do Brasil e do mundo. O inimigo é o coronavírus, é a crise econômica e social e o resto a gente vai minimizando.”
Para Marchezan, mesmo quando as atividades forem retomadas, a sociedade terá de passar por uma grande mudança. “É muito importante que nós nos preparemos para uma realidade que é a atual com algumas alterações, porque o vírus vai continuar entre nós. As pessoas mais idosas vão ter que, obrigatoriamente, ter hábitos muito diferenciados. E é evidente que isso vai afetar vida de netos, filhos, amigos.”
Além disso, ele deixa claro que muitas empresas podem deixar de existir e reconhece que o impacto econômico do novo coronavírus será grande. “Desde as nossas relações pessoais, higiene e até a nossa própria economia também vai mudar em virtude do vírus, do medo e do perigo real que vai continuar.”

Correio do Povo

Fonte: RS Notícias: Isolamento em Porto Alegre não termina antes de maio, afirma Marchezan

RS Notícias: Nova tragédia do mesmo autor

(Longo, mas por favor leia até o fim)

Rompemos a segunda década do terceiro milênio cheio de esperanças, mas pleno de angústias. A cada dia ficamos mais apreensivos diante da crescente disseminação do corona vírus destruidor por todo o mundo.
Seria uma lei natural e periódica de destruição que atinge o planeta? No entanto Deus na sua infinita generosidade jamais estabeleceu flagelos e não precisa atender o clamor por clemência das criaturas humanas, ante a própria incúria, arrogância e prepotência, perante suas leis de amor e justiça, pois são irrepreensíveis, perfeitas e imutáveis.
Assim sendo até onde posso entender, percebo que a morte, a destruição, a fome e a miséria atingem o clímax por conta de fatores históricos, sociológicos, ético, morais, comportamentais e, sobretudo por conta da ganância desmesurada do homem explorando os mais fracos e impotentes, portanto perderam e ignoraram o endereço de Deus.
As grandes civilizações do passado, a Babilônia, a Índia, a Grécia e Roma entre outras, assim como no presente a Alemanha com o nazismo e a Rússia com o comunismo, sucumbiram por conta da ambição de dominar o mundo.
Delineia-se agora a materialização de um novo Império protagonizado pela China, que não necessita armas poderosas, embora as possua para intimidação, aliada a sutileza dissimulada vem invadindo há um bom tempo o mundo Ocidental com seus artigos de qualidade duvidosa, além de outros vergonhosamente plagiados e falsificados de baixo custo, produto da exploração do trabalho escravo.
A maioria não percebeu esta sorrateira invasão que além de prejudicar as indústrias do Ocidente pela concorrência desleal, provoca desemprego e a transferência delas para a pátria do invasor, naturalmente atraídas pelo baixo custo da mão de obra e de outras vantagens.
A maioria aceitou esta “invasão”, porque era mais barato, cômodo e atrativo, até que agora percebemos as sinistras intenções imperialistas da China que vão além do domínio econômico, quando constatamos que periodicamente, como as quatro últimas epidemias deste século, isto é, as “mesmas tragédias tiveram o mesmo autor”, vieram de lá e visavam ampliar o seu predomínio, pois se aproveitaram ou planejaram ações criminosas e disfarçadas, pela disseminação de infecções contagiosas mortíferas pelo resto do mundo, que resultaram em flagelos como o atual, com a perda irreparável de vidas, além do incomensurável prejuízo econômico mundial, do qual só ela está levando imensas vantagens.
Para a China perdas humanas são indiferentes, pois no regime comunista que além de ateu e materialista, as mortes são de menor importância pois favorecem o diabólico projeto de poder Imperialista de domínio universal, que temos certeza que terá o mesmo fim dos que a antecederam com os mesmos propósitos.
Por outro lado não devemos atribuir, de forma simplória, este flagelo ao destino e muito menos à vontade superior de Deus, pois Ele é amor, justiça e perdão. Assim sendo, à plena luz da tragédia, o mundo percebeu onde quase todos fomos ignorantes, descuidados e inábeis perante o inimigo que ainda nos ameaça.
Apontemos seus causadores de forma irrefutável para que sejam criminalizados e responsabilizados por meio de ações que demonstrem nosso repúdio e boicote a tudo que os representa, até que as autoridades internacionais cobrem e exijam reparação por tamanha desgraça que impuseram ao mundo. Vamos prosseguir na luta sem nos deixarmos conquistar, até que a maldição da China seja retirada dos ombros da humanidade, pois temos certeza de que tudo isso passará!

Plínio P. Carvalho

Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=10214574829599261&id=1677131654

Fonte: RS Notícias: Nova tragédia do mesmo autor

RS Notícias: Trump suspende financiamento dos Estados Unidos à OMS

Há uma semana, o republicano havia ameaçado cortar os recursos depois de sugerir que a administração da organização tinha um viés favorável à China durante a pandemia de coronavírus

Donald Trump cortou verba da OMS

O presidente dos Estados Unidos , Donald Trump , anunciou nesta terça-feira, 14, a suspensão do financiamento americano à   Organização Mundial da Saúde (OMS) .  Segundo o presidente, o financiamento ficará suspenso enquanto seu governo analisa a resposta da entidade à pandemia, a pior do mundo em décadas.
Há uma semana, o republicano havia ameaçado cortar os recursos depois de sugerir que a administração da organização tinha um viés favorável à China durante a pandemia de coronavírus . O republicano argumentou que os EUA são responsáveis por cerca de US$ 400 milhões – quase um quarto do orçamento da instituição -, enquanto, segundo ele, a China contribui com US$ 40 milhões.
“Hoje, determino a suspensão do financiamento da Organização Mundial da Saúde enquanto se realiza um estudo para examinar o papel da OMS na má gestão e no encobrimento da pandemia do coronavírus”, declarou Trump durante sua entrevista coletiva diária, enquanto defendeu a gestão de seu próprio governo para a crise em seu país.
Trump atacou a organização por se opor às restrições de viagens à China no início da crise e a acusou de ser excessivamente cautelosa com os chineses no início do surto, mesmo que o próprio americano tenha elogiado a resposta do governo chinês até algumas semanas atrás.

Agência Estado e Correio do Povo

Fonte: RS Notícias: Trump suspende financiamento dos Estados Unidos à OMS