O governo da Rússia anunciou que vai fazer uma vacinação em massa contra o novo coronavírus já em outubro deste ano. O país, que vem gerando controvérsias sobre a criação da vacina, informou ter finalizado todos os testes e que a pesquisa foi capaz de induzir uma resposta imune nos voluntários, sem efeitos colaterais nem complicações mais graves.
Chamada de síndrome multissistêmica inflamatória pediátrica (SMIP), ela é uma reação inflamatória que só afeta crianças e, até agora, mais de 200 casos foram registrados no mundo. A síndrome inicialmente aparece como uma febre persistente, que dura dias, e causa manchas no corpo todo. Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) americano, a síndrome afeta crianças e adolescentes de 2 a 15 anos e é tão grave quanto rara.
Pesquisadores de um projeto envolvendo diversas universidades do Brasil e de outros países abriram um chamado para a participação de voluntários em um estudo que visa entender o impacto da condição genética dos indivíduos na evolução da infecção pelo novo coronavírus. A iniciativa abrange a Universidade de Brasília (Unb), as universidades federais do Pará e do Rio Grande do Norte, além de instituições na Espanha, em Portugal e em outros países da América Latina.
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que o número de óbitos pela covid-19 caiu pela segunda semana consecutiva no estado. Segundo o governador, no comparativo desta última semana com a anterior, houve uma redução de 8,8% no número de mortes pela doença, de 1.870 óbitos, entre 19 a 25 de julho, para 1.719 entre 26 de julho e 1º de agosto.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu nesta segunda-feira que talvez nunca exista uma “solução milagrosa” para a covid-19, apesar da corrida contra o tempo de laboratórios e países para obter uma vacina. Segundo o presidente da OMS, apesar de os ensaios clínicos darem esperanças, não significa necessariamente que terá uma vacina eficaz, principalmente no longo prazo.