Em entrevista à emissora americana National Public Radio, o pesquisador da Universidade do Texas Vineet Menachery afirmou que o novo coronavírus pode nunca desaparecer, mesmo com uma vacina. Segundo Menachery, o que pode acontecer é que o vírus se torne comum o suficiente para ser tratado como um resfriado, uma vez que a imunidade de rebanho seja uma realidade.
Médico ortopedista e ex-deputado federal, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta comandou o Ministério da Saúde do governo de Jair Bolsonaro até 16 de abril. Até aquele dia, a pandemia do novo coronavírus havia provocado 2.000 mortes. Segundo o ex-ministro, a contabilidade trágica da covid-19 se deve à postura de Bolsonaro e ao desmanche do Ministério da Saúde.
Vidas perdidas, empresas falindo, pessoas perdendo o emprego. Infelizmente, essas são situações comuns em meio a uma pandemia. O prejuízo — das vidas — é incalculável. Já a conta é alta. Porém, a pergunta é: será que a pandemia está gerando uma crise econômica para todos? Talvez não seja bem assim. Mesmo sendo minoria, empresas estão ganhando dinheiro e crescendo com o momento atual.
Aos poucos, as companhias aéreas retomam sua malha de voos, conforme a demanda se recupere. Para tornar a viagem mais segura contra o coronavírus, as três principais empresas brasileiras mudaram a distribuição de petiscos e bebidas, incentivam o check-in digital e intensificaram a limpeza das aeronaves. O uso de máscaras é uma das mais básicas medidas de segurança.
A controversa ideia de infectar propositalmente pessoas com o coronavírus para acelerar os testes de uma possível vacina vem ganhando força na comunidade científica internacional e entre voluntários brasileiros. No mês passado, a organização americana 1DaySooner, criada em abril para advogar pela realização desse tipo de estudo, recebeu o apoio de mais de 150 cientistas, incluindo 15 ganhadores do Prêmio Nobel. A entidade já registrou também a inscrição de 32.000 voluntários de 140 países que se dizem dispostos a participar do teste.