Fonte: RS Notícias: A inflação na Venezuela fechou 2020 em quase 3.000%, segundo Banco Central do país
Mês: fevereiro 2021
RS Notícias: Vista aérea do morro Santa Tereza nos anos 60.
Note que não existia nem o Beira-Rio, nem o parque Marinha do Brasil.
Fonte: https://www.facebook.com/groups/portoalegrers/permalink/3667095386740225/
Fonte: RS Notícias: Vista aérea do morro Santa Tereza nos anos 60.
RS Notícias: Idade – Galileu Galilei
RS Notícias: RAWLS EM TEMPO DE BARRICADAS – 16.02.2021
por Fernando Schuller
Imagine o seguinte: você é convidado a decidir sobre os princípios que irão organizar a sociedade. Direitos, liberdades, igualdade, o que for. Você tem ampla informação sobre economia e as motivações humanas. Só não sabe quem você é. Não sabe se é homem ou mulher, rico ou pobre, religioso ou ateu. Se é um jogador audacioso, como Elon Musk, ou alguém avesso ao risco. Nestas condições, que tipo de princípios de justiça você escolheria?
Este desafio atiçou a imaginação de gerações de estudantes de filosofia e politica, no último meio século. John Rawls o chamou de escolha sob o véu da ignorância. Foi um dos pontos de partida de sua obra monumental, “Uma Teoria da Justiça”, lançada nos inícios de 1971, e que por estes dias completa seu cinquentenário.
A resposta dada por Rawls tornou-se ponto de referência para o debate liberal. Ele diz que, naquelas condições de incerteza, trataríamos primeiro de assegurar liberdades básicas para todos. Em segundo lugar, uma base de oportunidades iguais para cada um. E por fim, admitiríamos desigualdades econômicas, desde que elas produzissem maiores vantagens aos grupos sociais menos favorecidos, ao longo do tempo.
Rawls formulou sua tese em um mundo muito diferente do nosso. Eram os anos 60, época dos direitos civis e da “grande sociedade”, de Lyndon Johnson. Os anos pós-Rawls foram marcados pela explosão da riqueza em um mundo globalizado, pela integração planetária produzida pela internet, pelo redução da pobreza global, ainda que às custas da explosão da desigualdade em muitas regiões do mundo.
A pergunta óbvia: sua teoria prossegue válida, nos tempos atuais? Muita gente acha que não. “Vivemos em um mundo de barricadas”, dizia um interlocutor cético, para que a ideia de um consenso liberal em torno de normas de justiça não é mais que uma quimera.
Para muitos, como Charles Mills, professor da Universidade de Nova Iorque e autor de “O contrato racial”, é simplesmente “bizarra” a idealização gentil da “sociedade como empreendimento cooperativo para benefício mútuo”. Espécie de “ignorância branca” sobre um mundo feito de exclusões e exige soluções bastante mais radicais.
Há quem sustente o contrário. Que o argumento de Rawls permanece mais vivo do que nunca. Por muitas razões. Uma delas define sua teoria como um convite à humildade. Em um mundo marcado pelas cisões de identidades e pela guerra cultural, é ainda mais atual uma visão que nos lembra sobre os limites do contrato político.
Vai aí a primeira grande lição de Rawls: somos uma sociedade irremediavelmente cindida por um conflito ético, em sentido amplo, e neste terreno simplesmente não há acordo possível. Temas envolvendo religião e crenças morais arraigadas sobre sexualidade ou o sentido da família. Muitos deles nos dividem hoje mais do que há trinta anos, e surgem no espaço público com velocidade e intensidade inéditas. Eles não serão objeto de consenso algum visto que somos uma grande sociedade aberta, não uma comunidade.
O acordo possível se dá no terreno da política. E neste sentido o experimento de “desenraizamento” que ele nos propõe, ainda que difícil e por vezes irritante, permanece perfeitamente válido.
Uma segunda lição de Rawls diz respeito à justiça econômica. Seu ponto é defender o que chama de “principio da diferença”. Um trade-off: aceita-se a desigualdade econômica, dentro de certos parâmetros, desde que todos os botes subam com a maré. Isto é: o arranjo escolhido deve ser o melhor, dentre as alternativas viáveis, para os menos favorecidos.
Aqui é preciso evitar alguns equívocos de interpretação. Li em um artigo recente que Rawls aceitaria alguma “recompensa extra aos superprodutivos”, mas vetaria coisas como um contrato milionário de Lionel Messi (fiquei imaginando o que dizer da fortuna de Jeff Bezos e outros tantos).
Completo equívoco. Sua teoria não diz respeito a esta ou aquela transação econômica. Não importa o salário deste ou daquele jogador, ou a rentabilidade de uma empresa, desde que o arranjo econômico, isto é, as instituições atendam ao critério ético. Rawls chegou a dizer que gostaria de ver seu princípio da diferença como um preâmbulo da Constituição. Um fim civilizatório, que diz respeito à continua abertura de oportunidades aos desfavorecidos pelas circunstâncias sociais, e não uma teoria mesquinha sobre o quanto cada um pode ganhar.
A justiça, dizia ele, não exige conformidade à qualquer “padrão observável” de igualdade. Ou grau de desigualdade que possa ser medido “a partir de um certo intervalo do coeficiente de Gini”.
Não acho que uma teoria pedindo que nos abstenhamos, por um momento, de julgar o mundo com base no “principio da inveja”, e que solicite respeito a um amplo leque de visões de mundo, opostas e não raro excludentes entre si, possa ser particularmente popular em um mundo conflagrado como o nosso. Somos de um tempo muito pouco rawlsiano, neste sentido.
O que me parece certo é que sua teoria prosseguira sendo lida e discutida mesmo quando nossos rancores e desavenças já fizerem, há muito, parte do passado.
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Fonte: RS Notícias: RAWLS EM TEMPO DE BARRICADAS – 16.02.2021
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LEILÃO DE IMÓVEIS
A Mega Leilões e os bancos Santander Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco e J. Safra, anunciam a venda de mais de 100 imóveis em leilões. Os eventos ocorrerão durante o mês no site oficial da empresa e serão conduzidos por Fernando Cerello, com o primeiro leilão do banco Bradesco marcado para ser realizado no dia 24/02 a partir das 11h00, seguido de Itaú Unibanco e Santander, no dia 25/02 a partir das 15h00 e J. Safra no dia 26/02, também às 15h00.
Ao todo são 105 imóveis disponíveis e divididos entre casas, apartamentos, terrenos, lotes comerciais e rurais, localizados nos seguintes estados: Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.
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RS Notícias: Frase de Winston Churchill
RS Notícias: Você sabia? A FREEWAY que é o trecho de uma extensão de 96,6 Km da BR-290 e que liga a capital gaúcha de PORTO ALEGRE à cidade de OSÓRIO foi a primeira auto estrada brasileira.
A foto é do dia da inauguração em 26/09/1973 e contou com a presença do presidente do Brasil na época General Emilio Garrastazu Médici.
RS Notícias: NIGÉRIA E BRASIL: 200 MILHÕES DE HABITANTES – Gilberto Simões Pires
POTÊNCIAS ECONÔMICAS
Da mesma forma como o Brasil é mundialmente reconhecido como a maior potência econômica da América do Sul, a Nigéria, país localizado na África Ocidental, é considerada a grande potência regional do continente africano, perdendo apenas para a África do Sul. Isto graças, principalmente, às reservas, exploração e exportação de petróleo. Aliás, não é por acaso que a Nigéria é país-membro da OPEP -Organização dos Países Exportadores de Petróleo-.
ÁREA TERRITORIAL
Pois, a título de curiosidade, se compararmos a área territorial de ambos os países veremos que o Brasil, cuja área é de 8.516.000 km², é 9 vezes maior do que o território nigeriano, cuja área territorial é de apenas 923.768 km². Isto, por si só, já estabelece um limite em termos de produção de outras culturas, como é o caso, principalmente, da agrícola e da pecuária, que exigem além de extensão territorial uma grande e forte produtividade.
POPULAÇÃO IDÊNTICA
Entretanto, em termos populacionais, tanto o Brasil quanto a Nigéria têm praticamente o mesmo número de habitantes, ou seja, 200 MILHÕES. Isto significa que se for levado em conta a baixíssima renda per capita das duas populações, os problemas que mais aparecem dizem respeito à saúde pública. E, neste particular, a PANDEMIA do Coronavirus se apresenta para que possamos verificar qual país está melhor lidando com a doença.
TERRORISMO
Pois, neste momento, os dois maiores problemas que o povo nigeriano está enfrentando são o TERRORISMO e o CORONAVIRUS. O primeiro tem como inimigo o grupo Boko Haram, organização terrorista que aterroriza as meninas nigerianas, que são impiedosamente violentadas a todo momento.
CORONAVIRUS
Já no que diz respeito ao CORONAVÍRUS, a situação é outra, bem diferente, ainda que não deixe de ser preocupante. O fato é que por ser um país com muita gente vivendo em péssimas condições, a ordem sempre foi a de ministrar doses diárias de antivirais desde sempre. Com isso, os nigerianos se tornaram mais resistentes aos mais diversos vírus e, por consequência, do Covid 19. Isto não significa que tudo por lá esteja às mil maravilhas, mas considerando os problemas de saúde pública, a Nigéria já demonstrou o quanto é importante a PREVENÇÃO. E, neste particular, viva a Ivermectina, a Hidroxicloroquina e a Azitromicina.
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Fonte: RS Notícias: NIGÉRIA E BRASIL: 200 MILHÕES DE HABITANTES – Gilberto Simões Pires


