Fonte: TSE proíbe propaganda eleitoral em carros de aplicativo nas eleições de 2026
Autor: Lucio Borges
ANDRÉ MENDONÇA: HERÓI NACIONAL
NOVO CAPÍTULO DA SÉRIE
Hoje cedo, enquanto muita gente ainda tentava tirar o -FERIADÃO DO SETE DE SETEMBRO- do corpo, O HERÓI NACIONAL ANDRÉ MENDONÇA, decidiu -AFASTAR PREVENTIVAMENTE- o complicado diretor-geral da Polícia Federal, ANDREI RODRIGUES, o não menos complicado diretor de Inteligência da Polícia Federal, Leandro Almada da Costa, além de -SUSPENDER- A PRODUÇÃO E/OU O COMPARTILHAMENTO DE RELATÓRIOS DE INTELIGÊNCIA DESTINADOS À ANÁLISE DE ATOS PRATICADOS POR MAGISTRADOS, INTEGRANTES DA ADVOCACIA PÚBLICA E DA POLÍTICA JUDICIÁRIA NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES CONSTITUCIONAIS, abrindo assim um NOVO CAPÍTULO DA CRISE PROVOCADA PELO STF.
MAIS DE MIL RAZÕES
Ainda que existam mais de MIL RAZÕES que FUNDAMENTAM a DECISÃO LIMINAR emitida pelo corajoso ministro André Mendonça, o portal Terra destacou, com precisão, as SETE seguintes:
1- MONITORAMENTO SISTEMÁTICO E ILEGAL DE AUTORIDADES: De acordo com a decisão, o próprio Mendonça e o Advogado-Geral da União (AGU), Jorge Messias, foram submetidos a uma vigilância clandestina e contínua por parte da inteligência da Polícia Federal, sem qualquer autorização judicial, por mais de um mês. Conforme trecho da decisão: “ao menos há mais de 30 dias este relator tem sido monitorado pela Polícia Federal. Trata-se de monitoramento ilícito de Ministro da Suprema Corte do país, o que por si só revela a gravidade da situação”.
2- ESCRUTÍNIO E JUÍZO CORREICIONAL ILÍCITO: Para Mendonça, a Diretoria de Inteligência da PF extrapolou completamente os limites constitucionais e legais ao tentar realizar uma fiscalização de cunho disciplinar sobre o mérito de decisões de um ministro do STF, pareceres técnicos da AGU e representações de delegados de polícia. “Do teor surreal de seu conteúdo verifica-se ainda a escancarada realização de juízo correicional sobre a atividade jurisdicional —exercida por Ministro do Supremo Tribunal Federal—, sobre a advocacia pública e sobre a própria atividade policial”.
3- VÍCIOS TÉCNICOS E PRODUÇÃO DE “NADA JURÍDICO”: Os supostos relatórios de inteligência que basearam a ação foram classificados como documentos apócrifos, sem assinatura, timbre ou qualquer elemento de identificação institucional básica exigido pela Doutrina Nacional de Inteligência, revelando extrema fragilidade e informalidade. “Inicialmente, verifica-se que o ‘documento’ é apócrifo, sem timbre ou qualquer outro símbolo gráfico capaz de lhe empregar o mínimo grau de legitimidade e confiabilidade, inviabilizando qualquer conferência quanto à sua autoria e data de elaboração”.
JURISPRUDÊNCIA CONSOLIDADA
4- “CADEIA INFERENCIAL” BASEADA EM INTROMISSÃO POLÍTICA: Ainda, conforme o texto de Mendonça, o monitoramento e a coleta de informações foram justificados internamente a partir de deduções subjetivas classificadas como de baixíssima confiabilidade e fundadas em preconceitos pessoais absurdos, como a menção a uma suposta “matriz religiosa comum” entre o relator e o AGU. “Ainda que cada elo seja individualmente plausível, a confiança agregada da cadeia completa é BAIXA, e assim deve ser tratada. (…) Contudo, conclui que ‘Autoriza monitoramento e coleta dirigida'”.
5- REVELAÇÃO DE INFORMAÇÕES SIGILOSAS: Para o ministro do STF, no afã de produzir os dossiês informais, a cúpula da PF expôs detalhes de investigações em andamento protegidas por segredo de Justiça, alertando previamente alvos de potenciais medidas cautelares. “Revelou-se previamente aos potenciais alvos de medidas cautelares e instrutórias a sua potencial realização, frustrando completamente a sua eficácia e prejudicando efetivamente as investigações”.
6- CRIME DE EMBARAÇO ÀS INVESTIGAÇÕES: Ao descredibilizar o trabalho técnico de delegados de campo e usar a estrutura de inteligência de forma desviada, as ações da cúpula da corporação podem caracterizar o crime de obstrução de Justiça. “Com riscos reais de comprometimento ao trabalho investigativo por eles realizado, em nítida e evidente configuração, em tese, do crime de embaraço às investigações (art. 2º, § 1º, da Lei nº 12.850/2013 – lei das organizações criminosas)”.
7- NECESSIDADE DO AFASTAMENTO PREVENTIVO AUTOMÁTICO: Pela gravidade das suspeitas e para evitar interferências políticas nas investigações internas, o afastamento da cúpula policial é uma imposição imediata da própria legislação de regência, conforme escreve o ministro. “Diante da evidente necessidade de apuração das condutas atribuídas, em tese, aos senhores Andrei Augusto Passos Rodrigues e Leandro Almada da Costa, tanto na seara penal quanto no âmbito administrativo-disciplinar, seus afastamentos cautelares do cargo é providência de natureza automática…”.
Mendonça concluiu reforçando que a jurisprudência consolidada do STF rechaça terminantemente o uso de aparelhos de inteligência de Estado para perseguições de opositores ou fins de interesse privado. O afastamento temporário foi submetido para referendo à Segunda Turma do STF em sessão virtual extraordinária convocada de urgência.
Pontocritico.com
FRASE DO DIA
Fonte: FRASE DO DIA
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Cripto, ETF ou Tesouro: onde colocar seu dinheiro em tempos de incerteza
Quando o cenário político fica turbulento, a inflação volta a assustar ou o noticiário fala em crise no STF, crise fiscal e juros altos, a primeira pergunta que surge é a mesma: onde proteger meu dinheiro?
Não existe resposta única. Cripto, ETF e Tesouro Direto cumprem papéis completamente diferentes na carteira. Entender a lógica de cada um é o que separa proteção de aposta.
1. Tesouro Direto: o porto seguro
É o empréstimo que você faz para o governo federal. No Brasil, é a referência de baixo risco.
Quando faz sentido:
Em momentos de incerteza, o investidor corre para previsibilidade. E é isso que o Tesouro entrega.
- Tesouro Selic (LFT): é o colchão de segurança. Rende a taxa Selic, tem liquidez diária e quase não oscila. Ideal para reserva de emergência. Se tudo der errado, você resgata sem susto.
- Tesouro IPCA+ : protege contra a inflação. Você garante um juro real acima da inflação por 5, 10, 20 anos. Ótimo para quem tem medo de ver o poder de compra corroer com o tempo.
- Tesouro Prefixado: trava uma taxa fixa. Bom quando os juros estão altos (como agora, acima de 10%) e você quer garantir esse retorno.
Ponto fraco: Não te deixa rico. Ele protege. Em crises fiscais mais graves, o risco do país aumenta e até os títulos longos sofrem marcação a mercado.
Perfil: Para quem precisa dormir tranquilo, está começando ou precisa de uma base sólida. Toda carteira deveria ter Tesouro Selic.
2. ETF: diversificação barata e sem dor de cabeça
ETF é uma cesta de ações que você compra como se fosse uma única ação na bolsa. Em vez de escolher uma empresa, você compra o mercado inteiro.
Quando faz sentido:
Quando você quer continuar investindo em renda variável, mas sem o risco de apostar em uma única empresa.
- Em tempos de incerteza no Brasil: ETFs de índice amplo como BOVA11 (Ibovespa) ou DIVO11 (dividendos) sofrem, mas se recuperam com a economia. Já ETFs internacionais como IVVB11 (S&P 500) ou VT (mercado global) descorrelacionam seu patrimônio do risco Brasília.
- ETFs de Renda Fixa: Existem ETFs de Tesouro IPCA, como o IMAB11, que facilitam o acesso.
- Vantagem: Taxa baixíssima (0,05% a 0,3% ao ano), diversificação instantânea e gestão profissional passiva.
Ponto fraco: Em crise, ETF de ação cai. Não tem mágica. É renda variável. A diferença é que você não quebra junto com uma empresa só.
Perfil: Para o investidor intermediário que quer crescer a longo prazo, mas não tem tempo ou conhecimento para escolher ações. É o melhor custo-benefício para dolarizar parte da carteira.
3. Cripto: o ativo da assimetria
Bitcoin e Ethereum não são porto seguro. São ativos de risco extremo e alto potencial de valorização. Funcionam como um “seguro contra o sistema”.
Quando faz sentido:
Quando a incerteza é justamente sobre moedas fiduciárias, endividamento global e perda de confiança nas instituições.
- Bitcoin (BTC): visto por parte do mercado como “ouro digital”. Tem oferta limitada a 21 milhões e é descentralizado. Em 2024-2025, com a aprovação dos ETFs de Bitcoin nos EUA, ganhou tração institucional.
- Stablecoins e Ethereum: servem para tecnologia e para dolarizar rápido via USDT/USDC sem precisar mandar dinheiro para fora.
Ponto fraco: Volatilidade brutal. Pode cair 50% em semanas por um tweet, uma regulação ou uma crise de liquidez. Não gera caixa, não paga dividendo. E no Brasil, ainda há risco regulatório e de custódia. Nunca deve ser a base da carteira.
Perfil: Para quem já tem reserva e carteira diversificada e aceita perder 30-40% para buscar uma multiplicação no longo prazo. O consenso entre planejadores é: de 1% a 5% da carteira, no máximo.
Então, onde colocar? A estratégia dos 3 baldes
Em tempos de incerteza, os melhores gestores não escolhem um ou outro. Eles dividem:
Balde 1 – Segurança (40% a 60%): Tesouro Selic e IPCA+ curto
Seu colchão. Garante que você não precise vender ativos no pior momento.
Balde 2 – Crescimento (30% a 50%): ETFs
Parte no Brasil (BOVA11, SMALL11) e parte no exterior (IVVB11, XINA11). Você se protege do risco local e pega o crescimento global.
Balde 3 – Assimetria (1% a 10%): Cripto
Bitcoin e Ethereum via ETFs de cripto na B3 (HASH11, QBTC11) ou em corretora segura. Se der certo, muda o jogo. Se der errado, não te quebra.
Regra de ouro em 2026
- Liquidez primeiro: 6 a 12 meses de custo de vida no Tesouro Selic antes de qualquer coisa.
- Não tente adivinhar a crise: Diversificação geográfica (Brasil + EUA) protege mais que qualquer aposta.
- Custo importa: ETF custa 10x menos que fundo ativo e cripto via ETF da B3 evita erro de custódia.
Incerteza não é motivo para parar de investir. É motivo para investir melhor.
Este conteúdo é educativo e não constitui recomendação de investimento. Converse com um planejador financeiro certificado antes de tomar decisões.
Fonte: Cripto, ETF ou Tesouro: onde colocar seu dinheiro em tempos de incerteza
Tarifa do catamarã entre Porto Alegre e Guaíba sobe para R$ 19,15
Renan Santos diz que diretor-geral da PF “vorcarizou” e elogia Mendonça por afastamento
OAB-DF abre processo disciplinar contra escritório da família de Alexandre de Moraes
Ordem também apura conduta de advogado citado como ponte entre Vorcaro e PGR; processos se baseiam em relatório da PF com mensagens do ex-dono do Banco Master
A Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF) abriu nesta terça-feira (8) um processo ético-disciplinar contra o escritório Barci e Barci Sociedade de Advogados – da família do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Segundo divulgou a OAB-DF, a abertura do processo foi determinada pelo presidente da entidade, Paulo Maurício Siqueira (Poli), e anunciada em uma sessão extraordinária do Conselho Pleno.
A decisão considera “os fatos recentemente tornados públicos e constantes de relatório da Polícia Federal” a partir dos dados do celular do ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.
Segundo o Cadastro Nacional dos Advogados (CNA), da OAB, constam como sócios do Barci e Barci:
- Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes;
- Giuliana Barci de Moraes, filha do casal;
- Alexandre Barci de Moraes, filho do casal;
- Ana Claudia Consani de Moraes, cunhada de Moraes;
- Fernanda Ghiuro Valentini Fritoli.
As punições possíveis em um processo ético-disciplinar na OAB podem incluir multa, censura e suspensão. A punição mais grave é a exclusão – o cancelamento da inscrição do advogado. Ela exige voto favorável de dois terços do Conselho Pleno da seccional.
A seccional do DF da OAB também abrirá um procedimento ético-disciplinar contra o advogado Ciro Soares – que, segundo o relatório da Polícia Federal tornado público pelo ministro André Mendonça, intermediava a comunicação entre Vorcaro e o procurador-Geral da República, Paulo Gonet.
Em nota, o escritório afirmou que a OAB-DF utiliza, em “contexto eleitoral”, questões que já foram “analisadas e arquivadas” pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
“O escritório Barci de Moraes lamenta que questões já analisadas e arquivadas pela PGR sejam utilizadas em contexto eleitoral na OAB/DF. Espera que o presidente da entidade, Paulo Maurício Braz Siqueira, reveja suas declarações e faça os esclarecimentos necessários, evitando a adoção das medidas cabíveis”
Durante a sessão do Conselho Pleno, Poli afirmou que caberá ao Tribunal de Ética apreciar o que chamou de “fatos graves trazidos no relatório da Polícia Federal tornado público.”
“A advocacia não é meio para cometimento de crimes. E a OAB-DF, na sociedade, inscrita em nossa casa, nós temos o dever de apurar esses fatos”, declarou o presidente da entidade.
Na nota divulgada após a reunião, a OAB-DF afirma que o procedimento “observará todas as garantias constitucionais do contraditório e da ampla defesa e nele será conferida ampla oportunidade de demonstração dos serviços prestados e da regularidade da contratação”.
Todos esses processos ético-disciplinares devem tramitar em sigilo na OAB. Não há prazo para que uma decisão seja tomada.
As mensagens de Vorcaro
Os dois processos na OAB-DF se baseiam em um relatório da Polícia Federal que expõe mensagens e contatos entre o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o ministro Alexandre de Moraes.
Relator do caso Master no STF, o ministro André Mendonça retirou o sigilo sobre esse material no dia 1º – desencadeando uma crise no Supremo que segue ativa e tem os dois ministros como foco.
O relatório da PF reconstitui apenas o que Vorcaro enviou a um número registrado no celular do ex-banqueiro como “Alexandre de Moraes BRASILIA”. Por isso, só há a informação do lado de quem mandou, e não de quem recebeu as mensagens.
As mensagens foram trocadas em formato de visualização única, escritas pelo banqueiro no aplicativo Notas, fotografadas e enviadas pelo WhatsApp. A PF conseguiu recuperar o conteúdo enviado por Vorcaro cruzando os horários de uso do app de Notas, as capturas de tela e os arquivos temporários em PDF gerados automaticamente a cada print, além dos registros dos envios na rede social.
As mensagens enviadas pelo ex-banqueiro mostram uma série de relações com a família de Moraes – incluindo a discussão de dois contratos com Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, e Vorcaro dizendo a Moraes que tinha uma “dívida de vida” com ele.
Fonte: OAB-DF abre processo disciplinar contra escritório da família de Alexandre de Moraes

