JENNIFER JONES: A Santa de Hollywood que Venceu o Oscar e Viveu Tragédias Pessoais

 

Quem é Jennifer Jones e o que ela fez?

Jennifer Jones, nome artístico de Phylis Lee Isley, foi uma das maiores estrelas da Era de Ouro de Hollywood. Nascida em 2 de março de 1919 em Tulsa, Oklahoma, e falecida em 17 de dezembro de 2009 em Malibu, Califórnia, aos 90 anos, de causas naturais.

Ela foi 5 vezes indicada ao Oscar e venceu como Melhor Atriz em 1944 por A Canção de Bernadette (The Song of Bernadette), filme em que interpretou Santa Bernadette Soubirous. No mesmo ano venceu também o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Drama pelo mesmo papel.

Ao todo, estrelou mais de duas dúzias de filmes, contracenando com Gregory Peck, William Holden, Humphrey Bogart, Rock Hudson, Laurence Olivier e Fred Astaire.

Seus filmes mais importantes foram:

  • The Song of Bernadette (1943) – Oscar de Melhor Atriz
  • Since You Went Away / Desde que Partiste (1944) – Indicação ao Oscar de Coadjuvante
  • Love Letters / Um Amor em Cada Vida (1945) – Indicação ao Oscar
  • Duel in the Sun / Duelo ao Sol (1946) – Indicação ao Oscar
  • Portrait of Jennie (1948)
  • Madame Bovary (1949)
  • Love Is a Many-Splendored Thing / Suplício de uma Saudade (1955) – Última indicação ao Oscar de Melhor Atriz
  • The Towering Inferno / Inferno na Torre (1974) – seu último filme, pelo qual foi indicada ao Globo de Ouro de Coadjuvante

Ela foi cuidadosamente preparada para o estrelato pelo produtor David O. Selznick, que criou seu nome artístico e assinou um contrato de 7 anos com ela após um teste dramático em Nova York.

Quantos filhos Jennifer Jones tinha?

Jennifer Jones teve 3 filhos.

O que causa confusão é que a maioria das biografias destaca apenas os dois primeiros. O primeiro casamento dela produziu dois filhos:

  1. Robert Walker Jr. (n. 15 de abril de 1940) – também se tornou ator
  2. Michael Walker (13 de abril de 1941 – 27 de dezembro de 2007) – também ator

Ambos são filhos do primeiro marido, o ator Robert Walker, com quem foi casada de 1939 a 1945.

Do segundo casamento, com o produtor David O. Selznick (casados de 1949 até a morte dele em 1965), nasceu a terceira filha:

  1. Mary Jennifer Selznick (1954-1976), que cometeu suicídio em 11 de maio de 1976, pulando do 20º andar de um prédio. Essa tragédia fez Jennifer se dedicar a causas de saúde mental.

Ela teve um terceiro casamento, com o industrial e colecionador de arte bilionário Norton Simon, de 1971 a 1993, até a morte dele. Foi administradora emérita do Museu Norton Simon em Pasadena.

Biografia Resumida

Filha de donos de uma companhia de shows itinerantes no Meio-Oeste americano, estudou na Universidade Northwestern e na Academia Americana de Artes Dramáticas em Nova York, onde conheceu Robert Walker em 1938 e se casou em 2 de janeiro de 1939.

Tentou a sorte em Hollywood com pequenos papéis em 1939 como Phylis Isley, fracassou num teste da Paramount e voltou a Nova York para trabalhar como modelo de chapéus. Foi descoberta por David O. Selznick para a peça Claudia e daí virou Jennifer Jones.

Após a morte de Selznick, tentou suicídio em 1967, ficando em coma, mas se recuperou. Viveu os últimos anos em aposentadoria tranquila no Sul da Califórnia, sem dar entrevistas.

E a Jennifer Hudson?

São pessoas diferentes. Muita gente confunde por causa do nome.

Jennifer Hudson é cantora e atriz nascida em 1981, vencedora do Oscar por Dreamgirls e do Grammy. Ela tem 1 filho: David Daniel Otunga Jr., nascido em 2009, fruto do relacionamento com o ex-noivo David Otunga.

Jennifer Jones, da Hollywood clássica, teve 3 filhos e morreu em 2009.

Fonte: JENNIFER JONES: A Santa de Hollywood que Venceu o Oscar e Viveu Tragédias Pessoais

IA está fora de controle? Especialistas explicam riscos reais, corrida global e falta de regulação

 

Robôs se rebelando contra humanos é imagem que Hollywood explora há décadas. Na vida real, o perigo ainda não é uma máquina decidindo exterminar a humanidade por conta própria, mas a preocupação sobre até onde a tecnologia pode chegar quando sistemas cada vez mais poderosos são colocados nas mãos humanas.

Com o avanço acelerado da inteligência artificial, pesquisadores e funcionários das empresas que desenvolvem esses modelos passaram a discutir os limites da tecnologia, os riscos de usos indevidos e a necessidade de mecanismos capazes de acompanhar essa evolução.

O problema é o ritmo sem regras

Para o professor da USP e coordenador do Observatório da Inovação do Instituto de Estudos Avançados (IEA), Glauco Arbix, o principal problema atualmente está no ritmo de evolução sem um sistema regulatório global capaz de estabelecer limites.

“Os principais riscos são de um modelo desses descobrir como fugir do controle dos programadores e invadir o sistema de energia, transporte, tratamento de água e também os sistemas ligados à defesa nacional”, afirma.

Arbix diferencia esses riscos de previsões mais extremas. “Estamos muito longe dessa discussão da IA exterminando a humanidade. Entre você causar tragédias e exterminar a raça humana existe uma distância grande.”

Ele destaca que a IA supera o desempenho humano médio em determinadas tarefas e avança sem fronteiras claras do que pode ou deve fazer. “Podemos nos reunir e montar um algoritmo que pode criar um vírus, um patógeno, roubar ou deformar a democracia, e não temos nenhuma regulação disponível. Somos obrigados a recorrer a outras legislações e adaptar para julgar eventuais danos que a IA promove.”

Quando a IA parece escapar do controle

Um dos episódios citados envolve agentes de IA da OpenAI que, em ambiente controlado de testes, contornaram mecanismos de segurança, saíram do ambiente de testes, acessaram a internet e invadiram sistemas da Hugging Face de forma autônoma, sem instrução específica. Casos semelhantes com sistemas da Anthropic (Claude) e Google (Gemini) também levantaram alertas.

Segundo Arbix, o sistema havia sido programado para procurar falhas de segurança e estava em ambiente com proteções reduzidas. “O modelo realizou movimentos inesperados. Conseguiu encontrar saídas, entrou pela internet e atacou uma empresa que não tinha nada a ver com o que estava sendo feito. Ele fez aquilo que estava programado, mas de uma maneira que os programadores não esperavam.”

Autonomia não é vontade própria

Para o professor da Escola Politécnica da PUCRS e coordenador do Centro de Inteligência Artificial e Ciência de Dados, Dalvan Jair Griebler, o risco não é uma IA com vontade própria, mas o mau uso humano. “Minha preocupação não é com a IA, é com o ser humano que faz mau uso da IA.”

Griebler é cético quanto à superinteligência com os algoritmos atuais. “Sou cético em relação à IA ter uma superinteligência. Os algoritmos que temos hoje são modelos probabilísticos baseados em dados. O modelo não está raciocinando. Ele está cruzando dados, testando hipóteses e dando a saída mais provável”, explica, lembrando ainda das “alucinações”.

O risco real, para ambos, está nos sistemas críticos. Griebler lembra que Estados já usam IA em conflitos para identificação de alvos, mas dependem de parâmetros humanos. No começo de setembro, a Anthropic informou ter identificado uma célula no norte do Iêmen que usava o Claude para desenvolver armas teleguiadas.

Uma corrida entre empresas e países

A discussão ocorre em meio a uma disputa econômica e geopolítica concentrada em poucas empresas. “São poucas empresas e elas geraram essa dinâmica. Alguns Estados incentivaram essa dinâmica porque querem uma inteligência artificial para usar como instrumento de sua supremacia”, diz Arbix.

Estados Unidos e China ocupam posição central. Na última quinta-feira, Donald Trump e Xi Jinping se encontraram em Washington e trataram do tema. Trump disse que não quer impor barreiras à “superinteligência”. Xi afirmou que os dois países “carregam uma responsabilidade histórica”. No jantar estavam chefes de Microsoft, Apple, Google, Meta e OpenAI, além de Elon Musk.

Na Assembleia Geral da ONU, o secretário-geral António Guterres alertou: “Mesmo aqueles que criaram a inteligência artificial dizem que estão ficando cegos diante dela. O perigo não é a tecnologia, mas sim a tecnologia sem responsabilidade.”

Para Griebler, há também jogo de mercado nos discursos que pedem pausa no desenvolvimento. “Não sei até que ponto isso não é um jogo político. Eles estão esgoelados, não vão conseguir entregar para os investidores o que estão prometendo e estão pedindo para dar uma pausa.”

Quem decide os limites?

Para Arbix, falta uma base mínima global para decidir o que deve ser feito. A ausência de consenso favorece a autorregulação pelas próprias empresas, o que, para ele, é insuficiente.

“Regulamentação não é barreira nem contenção. É uma maneira de ajudar a sociedade a ter confiança nessa tecnologia. A desconfiança não é boa para a tecnologia”, afirma.

A IA pode não estar “fora de controle” no sentido de ter adquirido vontade própria, mas a definição de seus limites técnicos, jurídicos e políticos ainda está em construção.

Fonte: IA está fora de controle? Especialistas explicam riscos reais, corrida global e falta de regulação

KIT COM 4 PARES DE BRINCOS SOLITÁRIOS FOLHEADOS A OURO COM STRASS

 

Kit contendo quatro pares de brincos solitários folheados a ouro com pedras de strass coloridas.

Código: KIT0004

Unid.: kit

Garantia: 1 ano após a data da compra

Prazo de liberação: Até 48 horas (somente dias úteis)

Dimensões aproximadas:

-diâmetro dos brincos: 0,4 mm

Link do produto: https://www.imagemfolheados.com.br/produto/kit-com-4-pares-de-brincos-solitarios-folheados-a-ouro-com-strass/KIT0004&a=97592

Fonte: KIT COM 4 PARES DE BRINCOS SOLITÁRIOS FOLHEADOS A OURO COM STRASS