O Futuro do RS no Senado: o que pensam os candidatos

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Quem vai representar os interesses do Rio Grande do Sul no Senado nos próximos anos? Neste especial, o Correio do Povo entrevistou os oito principais candidatos ao Senado pelo RS para um confronto direto de ideias, propostas e visões de futuro para o Estado. Conversamos com Frederico Antunes (PSD); Germano Rigotto (MDB); Manuela d’Ávila (PSol); Marcel van Hattem (Novo); Milton Cardoso (PSDB); Paulo Pimenta (PT); Renato Jaguarão (Cidadania) e Ubiratan Sanderson (PL) Passando a limpo temas centrais como economia gaúcha, infraestrutura, saúde, segurança e a relação do RS com o Governo Federal, os candidatos manifestaram os seus posicionamentos e as estratégias para busca de votos. Assista e compare as propostas, avalie o desempenho e tome a decisão mais consciente para o seu voto! Você já sabe em quem vai votar para o Senado ou ainda está na dúvida? Acha que o STF é o principal assunto dessas eleições? Deixe seu comentário aqui embaixo! 👇 Não esqueça de deixar o seu like para apoiar a informação com credibilidade, inscrever-se no Correio do Povo Play e ativar o sininho para acompanhar a nossa grande cobertura das Eleições 2026! 🔔 ⏱️ Capítulos 00:00 🗳️ A Reta Final das Eleições 2026 e a Renovação do Senado 01:46 ⚠️ Cuidado na Urna: Como Funciona a Votação com Dois Votos (Sem Anular!) 02:41 🎙️ Quem São os 8 Candidatos Sabatinados pelo Correio do Povo? 03:10 ⚖️ O Grande Tema: A Crise no STF, Impeachments e Fim dos Mandatos Vitalícios 04:41 💰 Dívida do Rio Grande do Sul: A Prorrogação do Pagamento e o FUNIGS 05:28 🛡️ Segurança Pública e Feminicídio: A Urgência das Políticas Públicas 05:58 🇧🇷 O Desafio do Protagonismo Político do Rio Grande do Sul em Brasília #Eleicoes2026 #SenadoRS #PodcastMatriz #CorreioDoPovo #RioGrandeDoSul #PoliticaRS #VotoConsciente #NoticiasRS #DebatePolitico #Jornalismo Inscreva-se ► https://bit.ly/38pSA0M Leia mais notícias ► http://correiodopovo.com.br Clique e siga nossas redes sociais: Facebook ►   / correiodopovo   Twitter ►   / correio_dopovo   Instagram ►   / correiodopovo   Linkedin ► https://bit.ly/2XGxAQq

Fonte: O Futuro do RS no Senado: o que pensam os candidatos

LULA NA ONU: QUANDO A DIPLOMACIA VIRA PALANQUE – 24.09.26

 Dando sequência a vozes -em forma de textos-, que explicam a situação do nosso país, eis aí o artigo do jornalista e escritor Fábio Paiva.

 

Durante décadas, o Brasil cultivou a ambição de ser muito mais do que uma potência regional. O tamanho de sua economia, a dimensão territorial, a população, os recursos naturais e uma tradição diplomática construída pelo Itamaraty deram ao país condições de participar das grandes discussões internacionais.

Por isso, a Assembleia Geral das Nações Unidas deveria ser uma das maiores vitrines diplomáticas brasileiras. Durante alguns dias, Nova York concentra chefes de Estado, ministros, investidores, empresários e representantes das principais economias do planeta. É uma oportunidade rara para defender posições políticas, mas também para abrir mercados, atrair investimentos e construir relações.

Foi nesse cenário que o presidente LULA desembarcou em Nova York acompanhado por uma comitiva de pelo menos 73 pessoas nominalmente autorizadas a viajar durante o período da Assembleia e de eventos paralelos.

Uma delegação numerosa não seria, por si só, motivo de crítica se viesse acompanhada de uma agenda presidencial proporcional à importância econômica e diplomática do Brasil. Mas chama atenção aquilo que não apareceu na programação pública de Lula: não foi divulgada uma única reunião presidencial com empresários ou investidores. Em Nova York. Um dos maiores centros financeiros do planeta.

Enquanto isso, a agenda política teve escolhas bastante definidas. Lula encontrou-se com o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, com o senador Bernie Sanders e com o presidente uruguaio Yamandú Orsi.

É legítimo que um presidente escolha seus interlocutores. Também é legítimo perguntar quais interesses nacionais orientam essas escolhas.

Principalmente porque Lula recebeu cerca de 30 solicitações de encontros e manteve uma agenda bilateral bastante reduzida.

O Brasil precisa de investimentos. Precisa ampliar mercados. Precisa aumentar sua competitividade, gerar empregos, atrair capital e conquistar espaço no comércio internacional. Quando dezenas de líderes mundiais estão reunidos na mesma cidade, cada hora da agenda presidencial representa uma oportunidade diplomática.

Mas existe uma questão ainda maior.

O Brasil está perdendo relevância internacional?

A resposta não pode ser dada apenas pelo número de reuniões realizadas em uma viagem. O Brasil continua presente no G20, nos BRICS e nas Nações Unidas, participa das discussões sobre clima e reforma da governança global e mantém relações com todas as grandes potências. Lula, inclusive, assinou nesta semana, juntamente com líderes do Conselho Europeu, Canadá e Quênia, uma iniciativa internacional em defesa do multilateralismo.

Portanto, isolamento seria uma palavra inadequada.

Influência, porém, é outra coisa.

Um país pode estar presente em todos os fóruns e ainda assim ter dificuldade para transformar presença em capacidade efetiva de interferir nas grandes decisões internacionais.

E talvez seja aí que esteja o problema brasileiro.

Num mundo em rápida reorganização, as grandes potências disputam tecnologia, energia, comércio, inteligência artificial, segurança e áreas de influência. Estados Unidos e China negociam diretamente. Europa tenta reconstruir seu espaço. Rússia continua sendo protagonista inevitável na guerra da Ucrânia. Índia amplia seu peso econômico e estratégico.

Onde está o Brasil nessa nova arquitetura mundial?

Na Assembleia deste ano, enquanto algumas das principais articulações internacionais aconteciam em torno dos grandes conflitos e da relação entre Washington e Pequim, o presidente brasileiro utilizou parte importante de seu discurso para tratar de temas diretamente relacionados à disputa eleitoral brasileira. Lula advertiu contra interferências estrangeiras nas eleições de outubro, falou em “inimigos internos e externos da democracia” e declarou que o Brasil “não cabe no quintal de ninguém”. A proximidade da eleição brasileira tornou evidente a dimensão doméstica dessa mensagem.

É legítimo defender a soberania nacional.

A pergunta é se o principal púlpito diplomático do mundo deveria servir também como extensão da campanha eleitoral brasileira.

A política externa de um país não deveria mudar de identidade a cada governo. Presidentes passam. Interesses nacionais permanecem.

E essa diferença parece cada vez mais difícil de enxergar.

Até a roupa da primeira-dama carregava uma mensagem política.

Janja compareceu à Assembleia usando, pelo terceiro ano consecutivo, um casaco com o tradicional bordado palestino tatreez, presente da Embaixada da Palestina. A própria primeira-dama já explicou publicamente o simbolismo político da peça.

Não se discute aqui seu direito de manifestar solidariedade ao povo palestino. A questão é outra: em diplomacia, símbolos também falam.

Quando a primeira-dama acompanha oficialmente o presidente da República na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, sua presença deixa de ser exclusivamente privada. A escolha de uma peça explicitamente associada a uma causa envolvida em um dos conflitos mais sensíveis do planeta transmite uma mensagem.

E ela coincide com uma política externa que tem dedicado enorme espaço à guerra no Oriente Médio.

Lula voltou a condenar duramente as ações do governo israelense. Para registrar o quadro completo, também condenou os ataques terroristas do Hamas e defendeu a solução de dois Estados.

O problema não está em condenar Israel, defender palestinos ou criticar os Estados Unidos.

O problema aparece quando a política externa começa a transmitir a impressão de possuir pesos diferentes conforme o governo envolvido.

O Brasil construiu durante décadas uma tradição diplomática baseada justamente na capacidade de conversar com adversários. O Itamaraty ganhou respeito porque mantinha canais onde outros países fechavam portas.

Essa tradição não exige silêncio diante de violações de direitos humanos. Exige coerência.

Um país que pretende exercer influência precisa conseguir conversar com Washington e Pequim, Israel e Palestina, governos conservadores e governos de esquerda.

Diplomacia não deveria funcionar como um encontro entre amigos ideológicos.

É defesa de interesses nacionais.

E talvez seja justamente aí que esteja o risco de perda de relevância brasileira.

Não porque o Brasil tenha deixado de ser importante. Seria absurdo afirmar isso. Somos uma das maiores economias do planeta, uma potência agrícola, energética e ambiental, integrantes do G20 e dos BRICS e donos de uma das maiores reservas de recursos naturais do mundo.

O paradoxo é exatamente esse.

O Brasil continua grande. A dúvida é se sua influência acompanha o seu tamanho.

Uma comitiva de pelo menos 73 pessoas foi mobilizada para Nova York. Não apareceu na agenda presidencial divulgada uma reunião com empresários ou investidores. Cerca de 30 pedidos de encontros teriam chegado ao governo, enquanto a programação bilateral permaneceu limitada. Parte do discurso presidencial voltou-se para a disputa política doméstica. E até a primeira-dama levou ao plenário uma simbologia relacionada a uma das questões geopolíticas mais divisivas do momento.

Cada um desses episódios, isoladamente, pode ter explicação.

Juntos, porém, permitem uma discussão que o Brasil deveria fazer.

Política externa existe para projetar o país ou para projetar o governo?

O Brasil não precisa ser aliado automático dos Estados Unidos. Tampouco precisa hostilizar China, Rússia ou qualquer outra potência para agradar Washington. Precisa conversar com todos.

Precisa vender.

Precisa comprar.

Precisa atrair investimentos.

Precisa defender empresas brasileiras.

Precisa abrir mercados.

Precisa participar das decisões.

E, acima de tudo, precisa ser ouvido.

Porque talvez o maior perigo para uma potência como o Brasil não seja ter adversários.

É descobrir que, enquanto o mundo decide seus rumos, sua voz já não pesa como poderia.

Pontocritico.com

Fonte: LULA NA ONU: QUANDO A DIPLOMACIA VIRA PALANQUE – 24.09.26

TRISTE BRASIL: ROUBAR MENOS É TOLERÁVEL

 ROUBAR MENOS

Antes de tudo, para que fique bem claro na mente dos eleitores Paulistas, ontem, 23, durante o debate entre os candidatos ao Senado por SP, promovido pelo Estadão e realizado no teatro da FAAP, a ex-ministra do Planejamento e Orçamento do Brasil no terceiro governo Lula, Simone Tebet, que deixou o cargo para se candidatar ao Senado, sem tirar nem pôr AFIRMOU, mesmo sem causar mínima surpresa aos ouvintes e telespectadores, que -A CLASSE POLÍTICA PRECISA -ROUBAR MENOS-. Que tal?

NÃO ROUBAR

Felizmente, para o universo de BRASILEIROS QUE NUTREM ESPERANÇAS DE QUE ALGO DE BOM ACONTEÇA NA CABEÇA DOS ELEITORES MAIS INCLINADOS A VOTAR EM LULA E DEMAIS CANDIDATOS DE ESQUERDA, o preocupado candidato Guilherme Derrite, do PP, de imediato rebateu a declaração de Simone Tebet afirmando que -OS POLÍTICOS NÃO DEVERIAM -ROUBAR MENOS-, MAS SIMPLESMENTE DEIXAR DE ROUBAR-.

ROUBAR MENOS É TOLERÁVEL E LEGAL?

Na real, diante da DECLARAÇÃO CONSCIENTE da candidata esquerdista Simone Tebet, os eleitores Paulistas, assim como todos dos demais estados do nosso empobrecido Brasil, querem saber o que realmente significa -ROUBAR MENOS-. Melhor: o FATO DE ROUBAR MENOS, por se tratar de ROUBAR QUANTIDADES MENORES, simplesmente DEIXA DE SER CRIME E COMO TAL PASSA A SER LEGAL E TOLERÁVEL?

ILUMINAR AS FRESTAS DOS CÉREBROS

Triste realidade. Como Deus não se intromete em eleições, o que resta aos mais religiosos conscientes é rogar para que Deus se proponha a ILUMINAR as FRESTAS DOS CÉREBROS DE UMA PARCELA SUFICIENTE DE ELEITORES que ainda se mostram DISPOSTOS A EXPULSAR OS LADRÕES QUE OCUPARAM OS PODERES DA SOFRIDA REPÚBLICA.

Pontocritico.com

Fonte: TRISTE BRASIL: ROUBAR MENOS É TOLERÁVEL

BRINCO FOLHEADO A OURO EM FORMA DE FOLHA COM MICRO-ZIRCÔNIAS E ZIRCÔNIAS EM FORMA DE GOTAS

 

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Garantia: 1 ano após a data da compra

Prazo de liberação: Até 48 horas (somente dias úteis)

Dimensões aproximadas:

-comprimento: 3,5 cm

-largura: 1,1 cm

Link do produto: https://www.imagemfolheados.com.br/produto/brinco-folheado-a-ouro-em-forma-de-folha-com-micro-zirconias-e-zirconias-em-forma-de-gotas/BS5469&a=97592

Fonte: BRINCO FOLHEADO A OURO EM FORMA DE FOLHA COM MICRO-ZIRCÔNIAS E ZIRCÔNIAS EM FORMA DE GOTAS

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Informações do Produto

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Fonte: Geladeira/Refrigerador Brastemp Frost Free Duplex 385L BRM46MK