Fonte: Brasileirão: Chape tem 99% de risco de queda, Remo 89%, Inter 57% e Grêmio 40%
Autor: Lucio Borges
Quarta-feira terá sol em todo o Rio Grande do Sul e tarde com máximas acima de 20°C
ANEL SOLITÁRIO FOLHEADO A OURO COM ZIRCÔNIA DE 3 MM E CHATÃO DE CÁLICE
Anel solitário folheado a ouro, com aro fino, contendo uma pedra de zircônia de 3 mm, cravejada em um chatão de cálice.
Código: AN0824
Unid.: pç
Garantia: 1 ano após a data da compra
Prazo de liberação: Até 48 horas (somente dias úteis)
Dimensões aproximadas:
-espessura do aro: 1,5 mm-diâmetro da pedra: 3 mm
Link do produto: https://www.imagemfolheados.com.br/produto/anel-solitario-folheado-a-ouro-com-zirconia-de-3-mm-e-chatao-de-calice/AN0824&a=97592
Fonte: ANEL SOLITÁRIO FOLHEADO A OURO COM ZIRCÔNIA DE 3 MM E CHATÃO DE CÁLICE
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Como bancos ganham dinheiro com você (mesmo sem perceber)
Você acha que banco ganha dinheiro só com os juros do seu empréstimo? Isso é só a ponta do iceberg. O modelo de negócio dos bancos é fazer seu dinheiro trabalhar para eles — 24 horas por dia — enquanto você paga pela conveniência.
Entenda os 7 mecanismos invisíveis:
1. O spread: a mágica de vender dinheiro caro que comprou barato
É a maior fonte de lucro dos bancos no Brasil.
Funciona assim: o banco pega seu dinheiro que está parado na conta corrente, na poupança (que rende 6% ao ano + TR) ou num CDB (que te paga 100% do CDI) e empresta para outra pessoa no cartão de crédito rotativo a 400% ao ano, no cheque especial a 150% ao ano ou no empréstimo pessoal a 60% ao ano.
Exemplo real:
Você deixa R$ 1.000 na conta. O banco não te paga nada por isso. Ele empresta esses mesmos R$ 1.000 para alguém no rotativo do cartão. Em 12 meses, ele recebe cerca de R$ 4.000 de volta. Seu R$ 1.000 virou R$ 4.000 para ele. Para você, nada.
Isso se chama spread bancário — a diferença entre o que o banco paga para captar seu dinheiro e o que ele cobra para emprestar. No Brasil, é um dos maiores do mundo.
2. A tarifa invisível: você paga para deixar seu dinheiro lá
Pacote de conta, anuidade de cartão, tarifa de saque, de TED, de extrato, de segunda via. Sozinhas parecem pequenas — R$ 39,90 aqui, R$ 25 ali.
Em um ano, uma conta padrão com pacote intermediário + anuidade de um cartão básico te custa fácil R$ 600 a R$ 900. É um aluguel que você paga para o banco guardar o seu próprio dinheiro.
E o pior: 80% desses serviços têm versão gratuita por lei (conta com serviços essenciais, cartão sem anuidade), mas o banco nunca vai te oferecer ativamente.
3. O juros que você não vê: o parcelado “sem juros”
Aquela oferta “em 12x sem juros” é uma mentira bem contada. O juros já está embutido no preço. A loja paga de 4% a 10% para o banco/anticipadora para receber à vista, e repassa isso para você no preço final.
E quando você atrasa uma parcelinha “sem juros”? A multa é de 2% + juros de 1% ao mês + juros do parcelamento que “não existia”. O “sem juros” vira com juros muito rápido.
Outro clássico: o pagamento mínimo do cartão. Você deve R$ 2.000, paga R$ 300 e acha que está se organizando. Na verdade, você acabou de entrar no rotativo, o crédito mais caro do país. O banco ama quem paga o mínimo.
4. Seu dinheiro parado é lucro puro para eles
Dinheiro parado na conta corrente é chamado de “float”. Para você, é zero. Para o banco, é ouro.
Enquanto seus R$ 500 dormem na conta durante a madrugada, o banco empresta esse valor no mercado interbancário e ganha juros em cima. Milhões de clientes com R$ 500 parados viram bilhões emprestados toda noite.
É por isso que banco odeia Pix automático e adora quando você deixa o salário inteiro na conta por dias.
5. A venda casada disfarçada de “oportunidade”
“Para liberar seu empréstimo, precisa fazer um seguro.” “Para ter limite maior, contrata essa capitalização.” “Para zerar a tarifa, faz esse consórcio.”
Isso é venda casada e é proibida, mas continua acontecendo disfarçada de condição ou de benefício. Seguro prestamista, título de capitalização, consórcio e previdência privada com taxa alta são produtos com comissão altíssima para o gerente e lucro enorme para o banco — e quase nenhum benefício para você.
Você paga R$ 30 por mês por um título de capitalização que te “premia” com sorteio, mas te rende menos que a poupança. O banco, por sua vez, usa seu dinheiro por anos pagando quase nada.
6. O uso dos seus dados
Cada compra no débito, no crédito, cada Pix, cada boleto que você paga ensina ao banco exatamente quanto você ganha, onde gasta, quando fica sem dinheiro.
Com isso, ele te oferece o empréstimo perfeito na hora exata que você está vulnerável: no dia 28, quando seu saldo acabou. O algoritmo sabe que você vai aceitar pagar 5% ao mês porque precisa.
Seus dados valem mais que a tarifa.
7. A multa e a desorganização
Banco lucra com o seu esquecimento. Taxa de cheque especial por 2 dias, tarifa por estouro de limite, juros por atraso de 1 dia na fatura, IOF extra.
O modelo é feito para que seja fácil se desorganizar. O app mostra o limite total (saldo + cheque especial) como se fosse seu dinheiro, te incentivando a usar. Quando você usa sem perceber, paga.
Como se proteger sem sair do sistema
Você não precisa odiar banco, precisa usar o banco — e não ser usado por ele.
1. Tire seu dinheiro da conta corrente. Deixe na conta só o que vai usar em 2-3 dias. O resto, em um lugar que renda 100% do CDI com liquidez diária e sem taxa.
2. Tenha um cartão sem anuidade de verdade. Se você paga anuidade, ligue e peça isenção ou cancele. Eles isentam na hora.
3. Configure pagamento total automático do cartão. Nunca pague o mínimo. Se não pode pagar tudo, não pode comprar.
4. Aprenda a dizer não para o gerente. Antes de aceitar seguro, capitalização ou consórcio, pergunte: “Qual a taxa de administração? Qual a rentabilidade nos últimos 12 meses? O que acontece se eu não contratar, meu empréstimo não sai?” Grave.
5. Use dois bancos: um bancão para receber e um banco digital sem tarifa para o dia a dia. Concorrência te faz economizar.
No fim das contas, banco não é vilão nem amigo. É uma empresa. Uma empresa muito eficiente em ganhar dinheiro com a sua inércia. Quando você entende o jogo, passa a pagar menos para jogar.
Fonte: Como bancos ganham dinheiro com você (mesmo sem perceber)
O que fazer quando as dívidas parecem impossíveis de pagar
O que fazer quando as dívidas parecem impossíveis de pagar
Quando a fatura fecha maior que o salário, o telefone não para de tocar com cobrança e a sensação é de que não há saída, é normal entrar em pânico. Mas dívida, por maior que seja, tem solução. O que parece impossível hoje se torna administrável quando você troca o desespero por um plano.
Aqui está um passo a passo prático para sair do buraco — sem milagres, mas com método.
1. Pare e encare os números de frente
Fugir do extrato só aumenta o problema. O primeiro passo é o mais difícil e o mais libertador: listar tudo.
Pegue papel e caneta ou uma planilha e anote:
- Quem você deve: banco, cartão, empréstimo, loja, família
- Quanto deve: valor total atualizado
- Quanto custa: taxa de juros ao mês
- Quanto atrasa: valor da parcela e há quantos dias está em atraso
Essa lista tira a dívida do campo da angústia (“devo muito”) e traz para o campo da matemática (“devo R$ 18.432 em 4 lugares”). Só assim você consegue decidir por onde começar.
2. Não pague o mais barulhento, pague o mais caro
A tendência é pagar quem mais cobra ou quem mais ameaça. Financeiramente, isso é um erro.
A ordem correta para atacar é:
1. Dívidas que tiram seu sustento: aluguel, condomínio, conta de luz, água. Sem isso, você não consegue nem trabalhar para pagar o resto.
2. Dívidas com juros mais altos: no Brasil, a ordem quase sempre é: cartão de crédito rotativo e cheque especial (juros de 300% a 400% ao ano), depois empréstimo pessoal e consignado, depois financiamento de carro/casa.
Um cartão de R$ 2.000 não pago hoje pode virar R$ 8.000 em um ano. É ele que precisa ser negociado primeiro.
3. Corte o sangramento antes de tentar curar
Não adianta negociar enquanto a torneira continua aberta.
- Cancele o cartão ou deixe em casa. Passe a usar só débito ou Pix.
- Cancele assinaturas que você não usa há 30 dias.
- Converse em casa: por 90 dias, a família entra em “modo de emergência”. Todo gasto extra passa por uma pergunta: “isso nos ajuda a sair da dívida?”
Não é para viver de forma miserável para sempre. É um sacrifício temporário e com data para acabar.
4. Negocie, mas negocie do jeito certo
Banco não quer seu nome sujo, ele quer receber. Você tem mais poder do que imagina.
Regras de ouro da negociação:
- Nunca aceite a primeira proposta na ligação. Diga: “Preciso ver meu orçamento e te ligo amanhã”. Eles quase sempre melhoram a oferta.
- Peça para trocar juros altos por juros baixos: troque a dívida do cartão por um parcelamento com juros menores ou um empréstimo consignado, se tiver acesso.
- Peça desconto para pagamento à vista só se tiver o dinheiro. Não adianta pegar outro empréstimo caro para pagar à vista.
- Tudo por escrito. Grave o protocolo, peça e-mail ou WhatsApp com o acordo. Nunca pague boleto enviado por número desconhecido.
Use os mutirões oficiais: o Desenrola Brasil, o Feirão Limpa Nome da Serasa e os canais do Procon costumam oferecer descontos de 50% a 90% e parcelamentos sem juros.
5. Aumente a renda de forma pontual
Cortar gastos tem limite. Aumentar a renda acelera tudo.
Nos próximos 3 meses, foque em dinheiro rápido e honesto: vender roupas, eletrônicos e coisas paradas, fazer freelas, horas extras, bicos no fim de semana, vender comida, dar aulas. Não é para mudar de carreira, é para criar um “dinheiro de guerra” que vai direto para a dívida mais cara.
6. Proteja sua mente
Dívida impossível ataca o sono, a autoestima e os relacionamentos. Isso é comum e precisa ser tratado como parte do plano.
- Não tome decisão financeira importante depois das 22h ou sob muita ansiedade.
- Não se esconda. Converse com uma pessoa de confiança. Vergonha aumenta a dívida.
- Se a ansiedade estiver te paralisando, busque ajuda no posto de saúde, CAPS ou CVV (188). Saúde mental é parte da organização financeira.
7. O que NUNCA fazer
- Não pegue empréstimo com agiota ou crédito com garantia de casa para pagar cartão.
- Não faça pirâmide, aposta ou “investimento milagroso” para recuperar dinheiro.
- Não deixe de pagar INSS ou pensão alimentícia para pagar banco. As consequências legais são muito mais graves.
- Não ignore processo judicial. Se receber intimação, procure a Defensoria Pública da sua cidade.
Um plano simples para começar hoje
Hoje: Liste todas as dívidas. Veja quanto entra e quanto sai no mês.
Amanhã: Ligue para os dois credores mais caros e proponha negociação.
Nesta semana: Separe 5 itens em casa para vender e cancele 3 gastos desnecessários.
Nos próximos 30 dias: Pague aluguel/contas básicas, pague o acordo mais caro e não use crédito rotativo.
A dívida não te define. Ela é um problema temporário, não uma sentença. O fato de você estar procurando o que fazer já mostra que está assumindo o controle.
Se as dívidas já estão com mais de 90 dias de atraso e você não vê nenhuma margem, procure o Procon do seu estado, a Defensoria Pública ou o Núcleo de Apoio ao Superendividado do TJ-RS. Desde 2021 existe a Lei do Superendividamento que te protege de cobranças abusivas e obriga uma negociação justa.
Você consegue sair disso. Um passo por vez.
Fonte: O que fazer quando as dívidas parecem impossíveis de pagar
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Informações do Produto
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Fonte: Panela de Arroz Elétrica Britânia BPA5BI – 400W 5 Xícaras
Fala, Professor! Ep. 103 | STF EM CHAMAS E MORAES CAINDO
Fala, Professor! Ep. 103 | STF EM CHAMAS E MORAES CAINDO
Vídeo do Professor Claudio Branchieri
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Fonte: Fala, Professor! Ep. 103 | STF EM CHAMAS E MORAES CAINDO





