Fonte: Juventude perde para o Athletic-MG no Jaconi e deixa liderança isolada da Série B
Autor: Lucio Borges
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BRINCO DE ARGOLA ARTICULADO FOLHEADO A OURO CONTENDO FILEIRA COM MICRO-ZIRCÔNIAS CRAVEJADAS
Brinco de argola articulado folheado a ouro, contendo uma fileira com micro-zircônias cravejadas na parte frontal, sendo 14 micro-zircônias no par.
Código: BS5470
Unid.: par
Garantia: 1 ano após a data da compra
Prazo de liberação: Até 48 horas (somente dias úteis)
Dimensões aproximadas:
-diâmetro da argola: 1,3 cm
-espessura do fio: 2 mm
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Fonte: BRINCO DE ARGOLA ARTICULADO FOLHEADO A OURO CONTENDO FILEIRA COM MICRO-ZIRCÔNIAS CRAVEJADAS
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Ciclo encerrado: Grêmio demite Luís Castro após derrota para o Vasco e deixa time perto do Z-4
A passagem de Luís Castro pelo Grêmio chegou ao fim. O clube anunciou neste domingo (13) a demissão do treinador português, um dia após a derrota por 2 a 1 para o Vasco, na Arena, pelo Brasileirão.
A decisão foi tomada após uma série de reuniões da diretoria no sábado à noite e na manhã de domingo. Com o resultado diante do Vasco, o Tricolor igualou a pontuação das equipes que estão na zona de rebaixamento.
Em nota oficial, o clube comunicou:
“O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense comunica oficialmente que o técnico Luís Castro e sua comissão deixam o comando da equipe profissional. O Grêmio agradece aos profissionais pelo trabalho realizado e deseja sucesso na continuidade de suas carreiras.”
Para o próximo compromisso, o time será comandado de forma interina por Felipão.
Castro vinha sendo questionado desde o início da temporada, mas era respaldado internamente pelos dirigentes. O cenário mudou após duas derrotas seguidas no Brasileiro e a perda de embalo após a classificação sobre o maior rival nas quartas de final da Copa do Brasil. Um sinal do desgaste foi visto na última coletiva: o português não foi acompanhado por nenhum dirigente.
Apesar do título do Campeonato Gaúcho e da campanha que levou o Grêmio à semifinal da Copa do Brasil, o desempenho no Brasileirão pesou. A diretoria avaliou que a situação se tornou insustentável.
Luís Castro deixa o clube após 51 partidas: foram 19 vitórias, 15 empates e 17 derrotas, com aproveitamento de 47,1% dos pontos disputados, segundo dados do ge.
Agora, o Grêmio vai ao mercado em busca de um novo treinador para tentar reagir no restante do Campeonato Brasileiro.
Fonte: Ciclo encerrado: Grêmio demite Luís Castro após derrota para o Vasco e deixa time perto do Z-4
A verdade sobre o CDC e o juro real que você paga
O Crédito Direto ao Consumidor, o famoso CDC, é o empréstimo mais comum do Brasil. É o que você usa quando financia um carro, uma geladeira, um celular ou pega um crédito pessoal no seu banco.
Na propaganda, tudo parece simples: “48x de R$ 350”. Mas o que o banco não te mostra em letras grandes é o juro real que você está pagando. E é aí que mora o perigo.
1. Como o CDC funciona na prática
O CDC é um empréstimo com garantia. O banco te entrega o dinheiro (ou paga a loja) e você devolve em parcelas fixas. A taxa parece baixa: “1,89% ao mês”.
Seu cérebro faz a conta rápida: 1,89% x 12 = 22,68% ao ano. Parece ok, certo? Errado.
Pelos juros compostos, 1,89% ao mês equivale a 25,22% ao ano. E isso é só o começo.
2. O que o banco esconde no CET
A taxa de juros que o gerente te fala é a taxa nominal. O que você realmente paga é o CET – Custo Efetivo Total.
O CET inclui:
- Taxa de juros nominal
- IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) – 0,38% + 0,0082% ao dia
- Taxa de cadastro / abertura de crédito (TAC)
- Seguro prestamista (muitas vezes embutido sem você perceber)
- Outras tarifas
Exemplo real na prática:
Você financia R$ 20.000 em 36 meses a “1,99% a.m.”
- Parcela anunciada: ~ R$ 790
- Total pago no final: R$ 28.440
- Juros que você acha que pagou: R$ 8.440
Agora com CET de 2,45% a.m. (com IOF e seguro):
- Parcela real: R$ 862
- Total pago no final: R$ 31.032
- Diferença de R$ 2.592 que você não viu no anúncio.
Seu juro real foi de 33,8% ao ano, não 26,6%.
3. A fórmula que os bancos não querem que você domine
Para descobrir o juro real, nunca olhe a taxa ao mês. Olhe sempre o CET ao ano. Por lei, o banco é obrigado a informar antes da assinatura.
Use essa regra de ouro:
Valor Total Financiado com CET – Valor que entrou na sua mão = Juro real que você pagou.
Se você pegou R$ 20.000 e vai devolver R$ 31.000, você pagou R$ 11.000 de juros. São 55% a mais sobre o que pegou, em 3 anos.
4. Por que o CDC parece barato e é caro?
Porque nosso cérebro é péssimo com juros compostos. O sistema de amortização usado no Brasil é a Tabela Price. Nela, no começo você paga quase só juros.
Num financiamento de R$ 20.000 em 36x, nas primeiras 12 parcelas, mais de 60% do que você paga é só juro. Você amortiza muito pouco da dívida.
É por isso que se você tenta quitar antecipadamente com 6 meses, a dívida quase não caiu.
5. Como se proteger e pagar menos
1. Exija o CET. Não feche nada sem o documento com CET mensal e anual. Compare CET, não taxa de juros.
2. Negocie o seguro prestamista. Ele é opcional por lei. Você pode recusar. Isso pode reduzir 8% a 12% do custo total.
3. Dê a maior entrada possível. Juros incidem sobre saldo devedor. Quanto menor o valor financiado, menor o juro absoluto.
4. Reduza o prazo, não a parcela. Muita gente pede “parcela menor” e o banco estica o prazo para 60 meses. Você paga duas vezes o bem. Prefira parcelas que caibam em até 24x.
5. Compare com outras linhas. Às vezes o crédito consignado (até 1,7% a.m.) ou até um empréstimo com garantia de imóvel (0,9% a.m.) é metade do preço do CDC.
O CDC não é vilão. Ele é uma ferramenta útil quando você precisa de um bem que gera renda ou resolve um problema imediato. O vilão é a falta de transparência.
O banco te vende parcela. Você precisa comprar taxa. Da próxima vez, antes de assinar, pergunte apenas uma coisa: “Qual é o CET anual e qual o valor total que vou devolver?” Se o gerente hesitar em responder, levante e vá para o próximo banco.
Consórcio x Financiamento: qual escolher para seu imóvel?
Comprar um imóvel é uma das decisões financeiras mais importantes da vida. E na hora de viabilizar o sonho da casa própria, duas modalidades dominam o mercado brasileiro: o financiamento e o consórcio. Apesar de levarem ao mesmo objetivo, funcionam de maneiras completamente diferentes. Entenda qual faz mais sentido para o seu perfil.
Como funciona o Financiamento Imobiliário?
No financiamento, você recebe o crédito imediatamente. O banco paga o imóvel à vista para o vendedor e você passa a dever para o banco, em parcelas com juros.
Vantagens:
- Imediatismo: É a opção ideal para quem precisa do imóvel agora. Aprovado o crédito, você compra.
- Prazo longo: Pode ser parcelado em até 35 anos (420 meses).
- Uso do FGTS: Você pode usar o saldo do FGTS para entrada, amortização ou quitação.
Desvantagens:
- Juros altos: É o ponto mais pesado. Você pode pagar até 2 imóveis no final do contrato. Taxas hoje giram entre 10% a 12% ao ano + TR.
- Entrada obrigatória: A maioria dos bancos exige de 20% a 30% do valor do imóvel à vista.
- Endividamento: Exige comprovação de renda rigorosa e compromete de 30% a 35% da sua renda mensal.
É recomendado para quem tem pressa e já tem uma reserva para a entrada.
Como funciona o Consórcio Imobiliário?
No consórcio não existe empréstimo. Você entra em um grupo de pessoas com o mesmo objetivo. Todos pagam parcelas mensais e formam um fundo comum. Todo mês, um ou mais participantes são contemplados com a carta de crédito por sorteio ou por lance.
Vantagens:
- Sem juros: O grande atrativo. Você não paga juros, apenas taxa de administração (diluída no prazo, geralmente de 15% a 25% no total) e um seguro.
- Sem entrada: Não precisa ter um valor alto inicial. E o poder de compra é à vista, o que te dá poder de negociação.
- Planejamento financeiro: Parcela mais leve e sem sustos, ideal para quem não tem pressa.
Desvantagens:
- Não é imediato: Você depende de ser contemplado. Pode levar meses ou anos se não tiver um lance.
- Lance: Para acelerar a contemplação, muitas vezes é preciso ter 30% a 50% da carta para dar de lance, competindo com o grupo.
- Reajuste da carta: O valor da carta e das parcelas é corrigido anualmente pelo INCC.
É recomendado para quem tem planejamento de médio e longo prazo, investidores e para quem quer fugir dos juros.
Comparativo direto
|
Critério |
Financiamento |
Consórcio |
|---|---|---|
|
Custo total |
Mais caro (juros) |
Mais barato (sem juros) |
|
Quando recebe |
Imediato |
Ao ser contemplado |
|
Entrada |
Obrigatória (20-30%) |
Não precisa, mas lance ajuda |
|
Juros |
Sim, altos |
Não, só taxa de adm. |
|
Perfil ideal |
Quem tem pressa |
Quem pode esperar e se planejar |
Afinal, qual escolher?
Responda a esta pergunta: você precisa do imóvel para ontem ou pode esperar?
Escolha o FINANCIAMENTO se:
Você já paga aluguel, vai se casar, tem filhos ou precisa sair da casa dos pais agora. Tem uma boa entrada guardada e renda que comporta uma parcela maior.
Escolha o CONSÓRCIO se:
Você mora com os pais, ainda está no aluguel sem urgência, quer comprar um segundo imóvel para investimento ou quer trocar de imóvel em 2, 3 ou 5 anos. É a escolha mais inteligente financeiramente no longo prazo.
Estratégia híbrida que muitos fazem: Entra no consórcio para não pagar juros, e enquanto não é contemplado, continua no aluguel ou guardando. Quando é contemplado, usa a carta como se fosse dinheiro à vista e ainda consegue descontos de 5% a 15% do vendedor.
Não existe certo ou errado. Existe o que cabe no seu bolso e no seu tempo. Se o seu foco é economia total, o consórcio vence. Se o foco é urgência, o financiamento vence.
Antes de assinar, simule nos dois modelos com o mesmo valor de imóvel e compare o CET (Custo Efetivo Total).
Fonte: Consórcio x Financiamento: qual escolher para seu imóvel?





