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RS Notícias: GARGANTILHA FOLHEADA A OURO E PINGENTE EM FORMA DE CORAÇÃO ESCRITO MÃE – www.rsnoticias.top
Gargantilha e pingente folheados a ouro. Pingente em forma de um coração escrito a palavra Mãe com a estampa de dois pezinhos.
Código: G1814
Unid.: pç
Garantia: 1 ano após a data da compra
Prazo de liberação: Até 48 horas (somente dias úteis)
Dimensões aproximadas:
-comprimento do pingente: 2,3 cm
-largura do pingente: 1,5 cm
-comprimento da corrente: 44 cm
Link para comprar: https://www.imagemfolheados.com.br/produto/gargantilha-folheada-a-ouro-e-pingente-em-forma-de-coracao-escrito-mae/G1814&a=97592
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Fonte: RS Notícias: GARGANTILHA FOLHEADA A OURO E PINGENTE EM FORMA DE CORAÇÃO ESCRITO MÃE
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Ciro Nogueira foi um dos alvos da ação de busca e apreensão da PF dentro da 5ª fase da Operação Compliance Zero
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) informou nesta quinta-feira, 7, que fez uma representação no Supremo Tribunal Federal (STF), junto do senador Eduardo Girão (Novo-CE), para que o ministro Kassio Nunes Marques deixe a relatoria da ação para a abertura de uma CPI para investigar o caso do Banco Master. Vieira argumenta que o magistrado tem proximidade com senador Ciro Nogueira (PP-PI), alvo nesta quinta-feira, 7, da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal que apura crimes envolvendo as fraudes no banco.
“Considerando a relação íntima e notória entre o ministro Kassio e o senador Ciro Nogueira, que hoje {quinta-feira] passou a ser oficialmente alvo das investigações referentes ao caso Master, estou apresentando, juntamente com o senador Girão, pedido de suspeição, para que o mandado de segurança sobre a instalação da CPI do Master seja distribuído para outro ministro do STF”, escreveu Vieira em suas redes sociais.
Ciro foi um dos principais articuladores e apoiadores da indicação de Kassio Nunes Marques ao STF em 2020, durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). Na época, o senador elogiou publicamente o magistrado e atuou nos bastidores para viabilizar apoio no Senado. Além disso, os dois são do Piauí e têm relação antiga no meio político e jurídico local.
Ciro Nogueira foi um dos alvos da ação de busca e apreensão da Polícia Federal, dentro da 5ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga o escândalo do banco Master. Segundo a investigação, o senador “instrumentalizou o exercício do mandato parlamentar” em favor dos interesses do Banco Master no Congresso Nacional.
A operação foi autorizada pelo ministro André Mendonça do STF. Os investigadores apontam que o senador recebia uma mesada de R$ 300 mil do banqueiro. Segundo a apuração, “há relatos de que o montante teria evoluído para R$ 500 mil”.
Os investigadores também dizem que Vorcaro teria disponibilizado gratuitamente ao senador, por tempo indeterminado, um imóvel de alto padrão, além de custear hospedagens, deslocamentos e outras despesas ligadas a viagens internacionais de luxo.
Entre os gastos mencionados, estão estadias no Park Hyatt New York, restaurantes de alto padrão e despesas atribuídas ao parlamentar e à sua acompanhante. A investigação cita ainda a disponibilização de um cartão para cobertura de gastos pessoais.
Como revelou o Estadão, a PF encontrou no celular do banqueiro diálogos com o senador e ordens de pagamento destinadas a uma pessoa identificada apenas como “Ciro”. Na ocasião, o parlamentar afirmou conhecer Vorcaro, mas negou proximidade e recebimento de pagamentos.
“A narrativa policial enfatiza que os elementos colhidos demonstrariam a existência de um arranjo funcional e instrumental orientado por benefício mútuo, extrapolando relações de mera amizade”, esclarece a PF.
O senador nega as irregularidades. Em nota, a defesa de Ciro Nogueira “repudia qualquer ilação de ilicitude sobre suas condutas, especialmente em sua atuação parlamentar.”
“Medidas investigativas graves e invasivas tomadas com base em mera troca de mensagens, sobretudo por terceiros, podem se mostrar precipitadas e merecem a devida reflexão e controle severo de legalidade, tema que deverá ser enfrentado tecnicamente pelas Cortes Superiores muito em breve, assim como ocorreu com o uso indiscriminado de delações premiadas”, escreve a defesa em nota.
Estadão Conteúdo e Correio do Povo


