RS Notícias: Impressora Multifuncional Epson Ecotank L3250 Tanque de Tinta Colorida USB Wi-Fi

 

Informações do Produto

Impressora Multifuncional Epson Ecotank L3250 Tanque de Tinta Colorida USB Wi-Fi

A Epson EcoTank L3250 é uma impressora multifuncional tanque de tinta 3 em 1 com conexão wireless destinada à famílias, estudantes, e profissionais. Oferece baixo custo de impressão graças ao sistema de EcoTank, que imprime até 4.500 páginas em preto e 7.500 páginas coloridas com cada kit de garrafas de reposição original. A tecnologia Heat-Free da Epson não requer aquecimento da tinta no processo, e com isso garante mais rapidez, economia de energia e confiabilidade à impressora. Além disso, a Epson L3250 garante uma experiência de abastecimento simples, sem sujeira e sem desperdícios através da tecnologia EcoFit e os tanques frontais permitem fácil acesso e visualização dos níveis de tinta. Projetada para integrar um estilo de vida inteligente, possui conexão USB e conectividade avançada com recursos Wi-Fi, Wi-Fi Direct e impressão a partir de dispositivos móveis através do novo aplicativo Epson Smart Panel. Seu design compacto permite encaixar a multifuncional nos menores espaços.

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Fonte: RS Notícias: Impressora Multifuncional Epson Ecotank L3250 Tanque de Tinta Colorida USB Wi-Fi

RS Notícias: CANIBALISMO FISCAL – 21.05.26

 Por Alex Pipkin, PhD em Administração

 

O debate fiscal brasileiro adquiriu uma estranha assepsia burocrática. Fala-se sobre dívida, déficit e juros como médicos discutindo colesterol diante de um paciente em falência múltipla dos órgãos.
O país atravessa uma deterioração fiscal contínua, mas parte relevante da elite política e intelectual parece acreditar que tudo ainda pode ser administrado com mais arrecadação, mais endividamento e mais retórica emocional.
O que testemunhamos em Brasília já ultrapassou a esfera da irresponsabilidade técnica e entrou no território mais perigoso da decadência; o da normalização do desequilíbrio.
A maior fraude intelectual da política econômica contemporânea foi transformar prudência fiscal em sinônimo de insensibilidade social, enquanto o endividamento permanente passou a ser embalado como virtude humanitária. Gastar o que não se tem se transformou em demonstração de empatia. A conta futura foi moralmente terceirizada.
O dinheiro, porém, é agnóstico. Não se emociona com discursos palacianos, não lê manifestos partidários e tampouco se curva à liturgia emocional do populismo.
Ele apenas calcula risco, previsibilidade e possibilidade de retorno. Quando um país passa a tratar expansão contínua de gastos, aumento da dívida e hostilidade à disciplina fiscal como método de governo, o capital exige distância de segurança.
É nesse momento que surgem os juros sufocantes, o crédito restritivo, o investimento reprimido, a moeda fragilizada e o crescimento medíocre.
A ironia cruel é que os mais pobres, diariamente utilizados como justificativa moral para o expansionismo estatal, acabam sendo precisamente os mais esmagados por seus efeitos. O salário evapora silenciosamente na gôndola do supermercado enquanto o pequeno empresário paralisa contratações e a classe média mergulha em endividamento, enquanto a inadimplência avança como sintoma silencioso de uma sociedade empurrada para o endividamento defensivo.
Usar os pobres como justificativa emocional para um modelo que corrói silenciosamente seu poder de compra não é compaixão social. É parasitismo fiscal com verniz humanitário.
O Brasil transformou o futuro em ativo liquidável para financiar o presente.
Toda decadência profunda começa quando o absurdo deixa de produzir espanto.

Pontocritico.com

Fonte: RS Notícias: CANIBALISMO FISCAL – 21.05.26

RS Notícias: Entenda as suspeitas contra Deolane e o papel das fintechs para “explodir” recursos do PCC

Análise financeira da Polícia Civil de SP mostra que uso de plataformas digitais por advogada e influenciadora aumentou movimentação de valores do grupo criminoso

A Polícia Civil de São Paulo fez uma análise financeira de quase uma década de movimentações de recursos que ligam a cúpula do PCC à advogada e influenciadora Deolane Bezerra Santos e constatou que o uso de fintechs fez explodir o total de valores movimentados pelo grupo criminoso. A informação consta da representação da Polícia Civil à Justiça pela decretação da prisão dos suspeitos, entre eles Deolane e o líder da facção, Marco Camacho, o Marcola ou “Narigudo”. O Estadão busca contato com a defesa. O espaço está aberto.

Deolane chegou na quarta-feira de uma viagem à Roma. Às 6h da manhã desta quinta-feira a força-tarefa da Operação Vérnix a prendeu em sua residência, no condomínio Tamboré, na Grande São Paulo.

A Justiça também decretou a prisão de outros cinco investigados, inclusive do chefe da facção, Marco Camacho, o Marcola, que já está custodiado em presídio de segurança máxima em Brasília, condenado a 300 anos. A conclusão dos investigadores sobre a “explosão” provocada pelo uso de fintechs pelo crime organizado se baseia na análise do período de movimentações financeiras de Deolane, entre 9 de julho de 2022 e 9 de maio de 2024, para o grupo de pessoas físicas e jurídicas por ela usadas.

A análise comparativa com os relatórios do giro financeiro de 2018 a 2022 evidencia, segundo a polícia, “uma alteração substancial no padrão econômico-financeiro da investigada e de suas empresas, revelando incremento significativo de créditos e interações financeiras, especialmente a partir do segundo semestre de 2022”. Um primeiro relatório demonstra movimentações atípicas, porém, “mais moderadas, que não ultrapassavam R$ 1 milhão”. O segundo relatório abarca o “salto exponencial no volume de recursos, com destaque para o ingresso de mais de R$ 30 milhões provenientes de empresas de meios de pagamento, inclusive fintechs”.

Padrões de fracionamento

De acordo com a polícia, o cruzamento de dados bancários e fiscais permitiu ainda identificar padrões típicos de fracionamento, pulverização e circularidade de valores, além de recorrentes transações envolvendo empresas com indícios de funcionamento incompatível com sua natureza declarada.

“Destacam-se, nesse cenário, as empresas PagFast Cobrança e Serviços em Tecnologia Ltda., Lucas Cosméticos Ltda. e Jarinu Anúncios do Brasil Ltda., responsáveis por transferências que somam mais de R$ 5,7 milhões para a Bezerra Publicidade e Comunicação Ltda”, escreveram os investigadores. Os policiais anexaram ao inquérito um laudo da perícia que concluiu existir “uma verdadeira malha financeira estruturada em torno da figura de Deolane Bezerra Santos, envolvendo pessoas físicas e jurídicas interligadas, com movimentação global superior a R$ 140 milhões em créditos e débitos”. O Estadão também busca contatos das empresas.

Esse grupo envolveria cinco empresas, das quais a advogada figura como sócia, além de outros 14 alvos da ação desta quinta-feira na Operação Vérnix.

Ambiente financeiro digital

Para os policiais, “o aumento do uso de fintechs pelo crime organizado reflete a adaptação das organizações criminosas ao ambiente financeiro digital e demanda, por parte dos órgãos de investigação e controle, uma atuação coordenada, tecnicamente especializada e permanentemente atualizada”.

Eles evitaram usar a Operação Carbono Oculto, que apurou a captura do setor de combustíveis pelo PCC, como exemplo do emprego de fintechs pelo crime organizado. Depois da descoberta da relação das contas bancárias de Deolane Bezerra dos Santos com a movimentação do dinheiro da transportadora Lado a Lado, controlada pelos irmãos Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, e Alejandro Herbas Camacho, o Júnior, a Polícia Civil de São Paulo fez uma devassa nas empresas em nomes dos investigados e de seus familiares.

A Polícia indica cinco empresas com as quais a advogada teria algum tipo de participação como sócia. Em nome de Deolane, os policiais encontraram uma empresa em Santo Anastácio, cujo endereço era usado ainda por outras 12 pessoas jurídicas. O lugar simples – um imóvel de paredes de madeira na periferia da cidade – seria um indício de que todas as empresas ligadas à Deolane são mera fachada.

O contador de Deolane

Todas essas empresas tinham um mesmo contador – Eduardo Affonso Rodrigues, que passou a ser investigado também. Outra empresa em nome de Deolane, na cidade de Martinópolis, ficava em um endereço onde estavam registradas mais 15 empresas. A reportagem não conseguiu localizar sua defesa.

Em um terceiro endereço ligado ao contador, os policiais encontraram o registro de outras nove empresas. Os policiais verificaram ainda as relações amorosas de Deolane e constataram que ela tem um filho com um ex-presidiário, de quem foi advogada. Durante as investigações, Deolane chegou a fazer um boletim de ocorrência denunciando que seus dados pessoais estariam sendo usados para a abertura de contas em bancos.

“Considerando que naqueles autos eram investigadas pessoas integrantes da facção, de fácil conclusão que Deolane, em virtude de seu estreito vínculo criminoso com aqueles investigados, foi certamente avisada sobre aqueles levantamentos investigativos realizados no bojo daquele processo”, pontuam os policiais da Operação Vérnix. Os policiais encontraram, no período de 2018 a 2021, depósitos fracionados com valores inferiores a R$ 10 mil nas contas de Deolane que, somados, chegam a R$ 1.067.000.

“Nota-se que todos os depósitos em espécie foram divididos em valores inferiores a R$ 10 mil, ou seja, de todos os depósitos em espécie não identificados aportados nas contas de Deolane Bezerra Santos, nenhum teve valor igual ou superior a R$ 10 mil”, diz a representação da Polícia à Justiça para deflagração da operação. Em pelo menos três oportunidades, a Polícia conseguiu demonstrar que os depósitos na conta da advogada haviam sido ordenados por Everton de Souza, o “Player”, em favor de Ciro César Lemos – “operador” da transportadora do PCC – por meio de mensagens apreendidas.

Laranjas de Deolane

O esquema utilizava ainda laranjas para movimentar recursos. Deolane teria adquirido carros de luxo – dois Land Rover e um Porsche avaliado em R$ 1 milhão – e um terreno em Tamboré. A Polícia apurou que a irmã da advogada, Dayanne Bezerra dos Santos, também movimentava recursos do grupo. Em 2023, ela tentou sacar R$ 1 milhão em espécie de uma agência do Itaú.

O banco reagiu e concedeu um prazo de 60 dias para que a advogada encerrasse sua conta – ela mantinha cerca de R$ 10 milhões investidos. Deolane girou parte desses recursos por meio da Bezerra Publicidade e Comunicação Ltda, pelo menos R$ 12,9 milhões, segundo o inquérito policial. Ela também utilizava a empresa Deolane Bezerra Holding Participações Ltda e a Bezerra Produções Artísticas Ltda. O esquema usaria ainda dois lava-rápidos, uma pizzaria, um restaurante, três empresas financeiras e de cobrança e uma empresa de roupas.

A Operação Vérnix saiu às ruas logo cedo, nesta quinta-feira, 21, para cumprir ordem de prisão contra seis alvos – além de Deolane, o líder do PCC, Marco Herbas Camacho (Marcola “Narigudo”), um irmão dele, Alejandro Camacho, e dois sobrinhos: Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho.

Paloma está na Espanha. Leonardo está na Bolívia. A Justiça ordenou a inclusão dos nomes deles na Difusão Vermelha da Interpol.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Fonte: RS Notícias: Entenda as suspeitas contra Deolane e o papel das fintechs para “explodir” recursos do PCC

RS Notícias: Polícia diz que Deolane lavou um “oceano de dinheiro do PCC”

 Influenciadora foi presa em operação contra lavagem de dinheiro da organização criminosa e teve bens bloqueados

A advogada e influenciadora Deolane Bezerra dos Santos, presa nesta quinta-feira, 21, na Operação Vérnix – força-tarefa da Delegacia-Geral de Polícia Civil e da Procuradoria-Geral de Justiça – lavou um “oceano de dinheiro do PCC”, informaram os investigadores que a espreitavam desde que embarcou para a capital italiana, no dia 26 de abril.

“Ela é beneficiária de uma fortuna repassada por uma transportadora controlada pela facção”, anota o delegado Edmar Rogério Dias Caparroz, da Delegacia Seccional de Polícia de Presidente Venceslau, onde fica situada a Lopes Lemos Transportes Ltda, ao lado da Penitenciária II, onde o esquema foi instalado.

A defesa de Deolane não foi localizada para se manifestar. O espaço está aberto.

Deolane teve seu nome lançado na Difusão Vermelha da Interpol quando os investigadores constataram, nas redes sociais da influenciadora, que ela estava passeando em Roma. Ela iria ser detida no exterior, mas antecipou seu retorno ao Brasil para esta quarta, 20, porque tinha um compromisso agendado na Polícia Federal para renovação de seu passaporte nesta quinta, 21, às 10h – ao qual não pôde comparecer porque, às 6h, foi capturada em sua residência de Tamboré, na Grande São Paulo.

A Operação Vérnix indica que Deolane controlava 35 empresas de fachada, todas com o mesmo endereço, em um modesto conjunto habitacional no pequeno município de Martinópolis, a 550 quilômetros da capital paulista. Por meio dessa teia de pessoas jurídicas sem nenhuma atividade formal, a influenciadora, que tem 20 milhões de seguidores, teria captado grandes somas repassadas pela transportadora, sob gestão da cúpula do PCC, segundo os investigadores.

Por ordem do juiz Deyvison Heberth dos Reis, da 3.ª Vara do Foro de Presidente Venceslau, foram bloqueados R$ 327 milhões em ativos financeiros e bens imóveis, inclusive carros de luxo de Deolane e de seus aliados, entre eles o número 1 da organização, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola ou “Narigudo”, e seu irmão, Alejandro Juvenal Herbas Camacho Júnior, que mesmo já presos também foram alvos de ordem de prisão na Operação Vérnix.

Foram decretadas ainda a prisão de seis dos acusados – Deolane, Marcola, Alejandro, e de Leonardo Alexander e Paloma Herbas Camacho – filhos de Alejandro – e de Everton de Souza, apontado como intermediário dos irmãos Camacho. Foram cumpridos os mandados dos três primeiros. Paloma, que está na Espanha, e Leonardo, que está na Bolívia também tiveram seus nomes incluídos na Difusão Vermelha da Interpol.

Pejotização do crime

“Descobrimos a pejotização do crime organizado”, disse o procurador-geral de Justiça Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, em referência ao grupo de sociedades de papel sem nenhum funcionário efetivo que Deolane mantinha em seu nome. “Alcançamos o andar de cima do crime organizado que ingressou na economia formal, primeiro com postos de combustíveis e empresas de ônibus, e agora com transportadoras”, arremata o chefe do Ministério Público paulista. Os investigadores dizem que a influenciadora “lavou um oceano de dinheiro”.

“Aqui em São Paulo não temos receio do crime organizado”, disse o secretário de Segurança Pública do Estado, Osvaldo Nico Gonçalves.

Especificamente de Deolane, indiciada por organização criminosa e lavagem de dinheiro, o juiz confiscou R$ 27.002.774,72, incluindo na medida restritiva suas pessoas jurídicas (Bezerra Publicidade e Comunicação Ltda., Bezerra Produções Artísticas Ltda. e Deolane Bezerra Holding Participações Ltda).

Outros R$ 9.400.655,21 foram bloqueados de contas atribuídas a Everton de Souza, o “Player”, e a Pizzaria Chatubão Ltda – ele seria o operador financeiro e intermediador entre a cúpula da facção e o “gestor” da transportadora, Ciro Cesar Lemos.

“Orientava a destinação dos valores e indicava contas receptoras. Seu perfil financeiro pessoal revela volume expressivo de créditos com inúmeros depósitos em espécie, fracionados, realizados em diferentes praças, em padrão consistente com a ocultação da origem dos recursos”, diz a polícia.

O delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian, destaca que Éverton mantém “estreitas relações” com Deolane. De um sobrinho de Marcola, Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, o juiz mandou embargar R$ 8.595.618,26.

A polícia crava que Deolane, identificada como beneficiária de valores oriundos da Lopes Lemos Transportes, recebidos em contexto de “acerto” e “fechamento” financeiro – e não como remuneração por serviços advocatícios ou qualquer outra contraprestação lícita identificável -, “apresenta o perfil característico de integrante do núcleo financeiro da organização com elevada capacidade de movimentação econômica e projeção pública”.

O Coaf e a decisão do juiz

Relatórios de Inteligência Financeira do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e o afastamento do sigilo da influencer “confirmam movimentações vultosas, incompatíveis com os rendimentos declarados”.

“O conjunto de suas pessoas jurídicas, entre elas a Bezerra Publicidade e Comunicação Ltda., Bezerra Produções Artísticas Ltda., Deolane Bezerra Holding Participações Ltda. e DB Santos Apoio Administrativo e Financeiro Ltda, exibe características estruturais de veículos de lavagem”, destaca o inquérito da Operação Vérnix. A Polícia cita endereços fictícios em imóveis residenciais singelos em municípios do interior paulista (Santo Anastácio e Martinópolis), sem qualquer indicativo de atividade operacional verificada em campo, compartilhando os mesmos endereços com dezenas de outras empresas e o mesmo contador, vinculado também às pessoas jurídicas de Everton “Player”.

“A ostentação pública e reiterada de padrão de vida elevado, documentada em redes sociais ao longo de anos – viagens internacionais, veículos de luxo (Lamborghini Huracán, McLaren), aeronaves -, segundo relatório da Polícia Civil, é frontalmente incompatível com as informações fiscais conhecidas e contribui para a conclusão investigativa de que seu patrimônio é, ao menos em parte, produto ou proveito da lavagem de capitais praticada em benefício da organização”, ressalta o juiz.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Fonte: RS Notícias: Polícia diz que Deolane lavou um “oceano de dinheiro do PCC”

RS Notícias: SEM INFRAESTRUTURA NÃO TEM INVESTIMENTO

BUSCA POR INVESTIMENTOS

Ao longo de mais de 20 anos não foram poucas as vezes que participei de feiras e/ou missões empresariais, diplomáticas e governamentais mundo afora, todas sempre muito voltadas para uma BUSCA INCESSANTE POR INVESTIMENTOS -PRIVADOS OU NÃO- PARA O ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.

GRANDE PERGUNTA

Pois, sem tirar nem pôr, a GRANDE PERGUNTA que TODOS OS POTENCIAIS INVESTIDORES sempre fizeram e continuam fazendo é a seguinte: – QUAL A INFRAESTRUTURA QUE O ESTADO DISPÕE PARA QUEM PRETENDE PRODUZIR E VENDER -TANTO LOCALMENTE COMO PARA O RESTANTE DO BRASIL E ATÉ FORA DELE?

PORTOS

Pois, para quem não sabe, ou não acompanha de perto, o FATO é que a INFRAESTRUTURA do Rio Grande do Sul é considerada APENAS PARCIALMENTE SATISFATÓRIA, apresentando desafios críticos e GARGALOS HISTÓRICOS. Em COMPARAÇÃO com os ESTADOS DE SANTA CATARINA E PARANÁ, que compõem A REGIÃO SUL DO BRASIL-, qualquer INVESTIDOR QUE SE DISPÕE A VIR PARA O BRASIL TEM MAIS RAZÕES PARA ESCOLHER SC E PR. Em matéria de PORTOS, por exemplo, enquanto o RS tem apenas UM, que fica no extremo sul do estado, SC tem CINCO onde todos estão muito próximos das áreas MAIS PRODUTIVAS.

O CASO CMPC

A propósito, a CMPC um dos maiores grupos industriais de celulose, papel e produtos de higiene do mundo, de ORIGEM CHILENA, que está (ou estava) pronta para fazer um MEGAINVESTIMENTO DE APROXIMADAMENTE R$ 27 BILHÕES no RIO GRANDE DO SUL, projetando construir uma nova fábrica de celulose em Barra do Ribeiro e um terminal em Rio Grande, está enfrentando ENORME DIFICULDADE IMPOSTA PELO COMPLICADÍSSIMO -MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL-. Ou seja, QUEM, POR TEIMOSIA, SE PROPÕE A INVESTIR NO RS, ENFRENTA, ALÉM DE BAIXA INFRAESTRUTURA, UM INFERNO DE PROBLEMAS QUE TÊM COMO PRINCÍPIO E FIM MANDAR ÀS FAVAS QUALQUER INVESTIDOR MAIS DESAVISADO.

Pontocritico.com

Fonte: RS Notícias: SEM INFRAESTRUTURA NÃO TEM INVESTIMENTO

RS Notícias: PARTIDO DA RENOVAÇÃO DEMOCRÁTICA

 O jornalista, Thomas Korontai, anunciou sua pré-candidatura à Presidência da República, pelo PRD – Partido da Renovação Democrática.

Korontai apresenta ao País uma proposta centrada na reestruturação do Estado brasileiro, resgate e fortalecimento da autonomia dos estados e cidades, revogação da Reforma Tributária, fortalecimento do combate à criminalidade, e guerra contra a asfixiante burocracia, além de outros temas.

Por meio de uma “Carta ao Povo Brasileiro”, disponível em seu site e nas redes sociais, TK expõe as razões de sua entrada no debate nacional. Segundo ele, o Brasil vive um momento de forte polarização política, que tem limitado a discussão pública sobre os grandes problemas brasileiros, enquanto questões estruturais seguem, como sempre, sem enfrentamento adequado.

A pré-candidatura surge, segundo Korontai, como uma contribuição ao País, com o objetivo de elevar o nível do debate e trazer à tona temas historicamente negligenciados. Entre eles, destaca-se o que considera o principal problema estrutural brasileiro, a excessiva centralização de poder político, administrativo e fiscal, garantida e frequentemente alimentada por uma burocracia colossal, colocando em risco a liberdade e a já comprometida democracia.

“O Brasil é um país rico, mas seu povo ainda está pobre. Isso não é por acaso. É consequência direta de um modelo estrutural centralizado, que concentra poder e recursos e afasta as decisões da realidade do cidadão”, afirma. Com mais de três décadas de atuação na defesa do chamado “Federalismo Pleno”, termo cunhado por ele, Korontai propõe uma reorganização profunda da Federação brasileira, com ampliação da autonomia de estados e municípios.

Em sua avaliação, o modelo atual tem esvaziado progressivamente a capacidade decisória dos entes federativos.

Ele também manifesta preocupação com medidas recentes que, segundo sua análise, caminham na direção oposta, como a concentração tributária prevista na reforma em implementação e iniciativas de mais centralização em áreas estratégicas, como a Segurança Pública. “Concentrar a maioria dos recursos e mais a Polícia de todo o País, com forte contribuição da asfixiante burocracia, pode nos levar ao totalitarismo. Aliás, nós já vivemos na ditadura burocrática, sem que o brasileiro se dê conta que já está preso a papéis e carimbos, ainda mais com a tecnocracia.”

“Esse movimento de concentração absoluta, amarrando o povo cada vez mais, está em pleno curso, diante de nossos olhos, com a união dos poderes da República, em boa parte dominado por agentes que querem controlar a tudo e a todos, ao modo chinês, e isso precisa ser considerado nos debates que envolvem não apenas os presidenciáveis, mas todos os aspirantes aos parlamentos legislativos do País,” declara TK, como vem sendo conhecido nas redes, externando real preocupação com o futuro muito breve. Ele afirma que se não houver uma reação consciente da sociedade, corremos o risco de consolidar um país que já é antifederativo, isolando o poder central em Brasília. O Comitê Federativo Tributário, por exemplo, lembra, segundo ele, os mesmos comitês

soviéticos da antiga URSS.

A proposta da pré-candidatura inclui a revisão do sistema tributário com foco na descentralização, a redução da burocracia estatal e o fortalecimento das liberdades econômicas e civis. Korontai defende que o enfrentamento dos problemas nacionais exige atacar suas causas estruturais, e não apenas seus efeitos. Ele declara que “um estadista preocupado com a Federação tem de interpretar a atual Constituição a favor dos estados, municípios e do cidadão, e não apenas a favor do Estado e do Governo Central.”

Definindo-se como um “outsider”, ele afirma que sua entrada na disputa não está condicionada a estruturas tradicionais de poder, mas sim à necessidade de provocar uma reflexão mais profunda sobre os rumos do País. Defensor das candidaturas independentes, TK foi o primeiro brasileiro da História a exigir o direito da candidatura independente que, segundo ele, está no ordenamento jurídico brasileiros, por força do Pacto de San José de Costa Rica, mas desde 1992 sem regulamentação. O requerimento foi feito por meio de um Mandado de Injunção em 2018, ao STF, tendo sido negado, entretanto, por decisão monocrática do ministro Ricardo Lewandowski.

“Não se trata apenas de disputar uma eleição, mas de iniciar um processo de conscientização. A sociedade precisa compreender a causa, que é estrutural, para poder entender os problemas como consequências reais. A revelação desta verdade permitirá que o brasileiro entenda o que realmente está acontecendo, e que passará a exigir soluções federalistas, acredita TK.

A “Carta ao Povo Brasileiro” também enfatiza a importância de resgatar a confiança nas instituições, reafirmar o Estado de Direito e fortalecer a participação cidadã na vida pública. Para Korontai, o Brasil vive uma encruzilhada entre o aprofundamento dos problemas atuais e a possibilidade de uma transformação estrutural. A pré-candidatura pretende, ainda, se posicionar fora da polarização ideológica tradicional, buscando introduzir um debate que foque nas causas dos problemas, inclusive no sistema judiciário, hoje em uma crise jamais vista antes na História do Brasil. “Todos nós, de todas as correntes de pensamento, estamos dentro do mesmo barco” destaca o pré-candidato.

Ao final, Korontai define sua iniciativa como um chamado ao despertar da sociedade brasileira, “esta não é apenas uma pré-candidatura, é um convite ao Povo brasileiro para conhecer causa e efeitos, pois sem isso, vamos continuar a enxugar gelo e lutar contra as sombras de um Sistema que vive dessa bagunça”

Apoio a Caiado

Sobre o fato de o PRD ter composto uma federação com o Solidariedade e declarar apoio ao ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, Korontai disse que, como filiado, não foi consultado e que até a convenção ele vai exercer o seu direito à pré-candidatura. “Caso o brasileiro enxergue nesta pré-candidatura uma oportunidade para resolver a causa de todos os principais problemas do Brasil, saindo dessa gangorra das polarizações ideológicas, então os números poderão levar algo a ser repensado para a Convenção. TK reafirmou que seu foco neste momento é trazer para o debate os temas estruturais que, se compreendidos e resolvidos é o que definirá a prosperidade ou o atraso do Brasil, e é isso que interessa ao Povo.”

Pontocritico.com

Fonte: RS Notícias: PARTIDO DA RENOVAÇÃO DEMOCRÁTICA

RS Notícias: Alcolumbre diz que decisão é sua e segura CPMI do Master

Presidente do Senado foi cobrado por lideranças do PT e do PL

Taline Oppitz

 

Na sessão do Congresso, nesta quinta-feira, em que foram derrubados vetos do presidente Lula à LDO, entre eles para permitir doações de bens, valores ou benefícios pela administração pública em período eleitoral, o destaque foi a pressão sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), pela criação da CPMI do Master.

Na linha de frente da investida estavam representantes dos antagônicos PT e PL, que protagonizam o cenário da disputa pelo Planalto. Além do senador Flávio Bolsonaro, presidenciável do PL, em pessoa. Até aqui, Alcolumbre resistiu.

Ao ser diretamente cobrado pela leitura do requerimento de criação da CPMI, Alcolumbre foi categórico. Ele afirmou que a prerrogativa é do comando da Casa e que a iniciativa não é uma prioridade. “O momento da leitura é um ato discricionário. Esse assunto não pode ser o prioritário neste momento”, disse, mencionando que a sessão foi convocada para atender aos apelos de prefeitos, mobilizados em Brasília desde terça-feira, em função da Marcha dos Prefeitos.

Durante as cobranças, parlamentares citaram dois requerimentos que contam com número superior as 171 assinaturas necessárias para a criação da CPMI: um do deputado Carlos Jordy (PL), já protocolado, e outro das deputadas Fernanda Melchionna (PSol) e Heloísa Helena (Rede).

Correio do Povo

Fonte: RS Notícias: Alcolumbre diz que decisão é sua e segura CPMI do Master