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RS Notícias: Grêmio empata com o Bahia e deixa o Z-4 do Brasileirão
Tricolor saiu na frente, mas sofreu a igualdade em Salvador: 1 a 1
Jogando na Arena Fonte Nova, em Salvador, o Grêmio empatou com o Bahia por 1 a 1, na tarde deste domingo, em duelo válido pela 16ª rodada do Brasileirão. Os gols da partida foram marcados no segundo tempo: Viery abriu o placar para os gaúchos e Sanabria deixou tudo igual para os baianos.
Com o resultado, o Tricolor deixou o Z-4 e assumiu a 15ª posição, com 18 pontos. Na quarta-feira, às 21h, pela Copa Sul-Americana, recebe o Palestino, na Arena. No sábado, às 19h, o adversário é o Santos, também em Porto Alegre, pela competição nacional.
Retomando o esquema com três zagueiros, Luís Castro surpreendeu ao deixar Gustavo Martins, Gabriel Mec e Amuzu no banco de reservas. Recuado e com dificuldades na marcação, o Grêmio viu o Bahia criar duas chances rapidamente. Primeiro, Willian José cabeceou por cima da meta. Em seguida, Erick Pulga invadiu a área sozinho, driblou Weverton, mas o goleiro gremista conseguiu se recuperar e desviou o chute.
Sem conseguir ter a bola, o Tricolor pouco incomodava ofensivamente. Aos 14, na única chegada mais aguda, Enamorado finalizou para fora. Na resposta, aos 20, o Esquadrão de Aço perdeu a melhor chance da etapa inicial. Após cruzamento da esquerda, Willian José ajeitou para Everton Ribeiro, que cabeceou para Weverton operar um milagre em Salvador.
A tônica do jogo seguiu a mesma até o apito final do primeiro tempo. O Bahia rondando a área, mas sem conseguir criar uma grande chance, enquanto o Grêmio se segurou para garantir o empate no placar.
Na volta do intervalo, Castro optou pela entrada de Mec na vaga de Willian. Mas foi o Esquadrão de Aço que seguiu levando perigo. Aos 10, Luciano Juba acertou o travessão. Na sequência, Acevedo experimentou de fora da área, e Weverton colocou a bola para escanteio.
Se pelo chão o Tricolor não conseguia chegar, foi pelo alto que abriu o placar. Aos 16, Pedro Gabriel cobrou escanteio da direita e Viery, na primeira trave, desviou de cabeça longe do alcance de Léo Vieira: 1 a 0.
Em desvantagem, o Bahia foi para o ataque e quase empatou. Aos 26, Rodrigo Nestor driblou dois adversários e chutou à esquerda da meta. No minuto seguinte, Nestor cruzou, Wagner Leonardo não afastou e Sanabria completou: 1 a 1.
Nos acréscimos, os baianos quase viraram com Everaldo, que cabeceou e acertou a trave esquerda de Weverton. Na sequência, em contragolpe, Amuzu desperdiçou o que poderia ser a primeira vitória gremista como visitante no Brasileirão. Com o apito final, um ponto conquistado e fora do Z-4.
Brasileirão 2026 – 16ª rodada
Bahia (1)
Léo Vieira; Gilberto (Caio Suassuna), David Duarte, Kanu e Luciano Juba (Iago); Acevedo, Erick e Everton Ribeiro (Rodrigo Nestor); Ademir (Sanabria), Erick Pulga e Willian José (Everaldo). Técnico: Rogério Ceni.
Grêmio (1)
Weverton; Luís Eduardo, Wagner Leonardo e Viery; Marcos Rocha (Vitor Ramon) Leonel Pérez, Noriega (Zortea), Willian (Gabriel Mec) e Pedro Gabriel; Enamorado (Amuzu) e Carlos Vinícius (Braithwaite). Técnico: Luís Castro.
Gols: Sanabria (B); Viery (G)
Árbitro: Fernando Antônio Mendes (PA)
Assistentes: Neuza Ines Back (SP) e Acácio Menezes Leão (PA)
VAR: Jose Claudio Rocha Filho (SP)
Data e hora: 17 de maio, domingo, às 16h
Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)
Correio do Povo
Fonte: RS Notícias: Grêmio empata com o Bahia e deixa o Z-4 do Brasileirão
RS Notícias: SOCIALISMO DE CNPJ ALHEIO – 15.05.26
RS Notícias: CORRUPÇÃO ENDÊMICA
RELAÇÃO DE CAUSA E EFEITO
Dando seguimento à proposta de dar VOZ E ESPAÇO AOS -PENSADORES- que se propõem a produzir textos e/ou comentários voltados ao constante esclarecimento da importante -RELAÇÃO DE CAUSA E EFEITO- sobre os principais acontecimentos políticos, sociais e econômicos que interferem no nosso cotidiano onde a LÓGICA DE RACIOCÍNIO é pouco ou nada exercitada, reservei o EDITORIAL desta 6ª feira para compartilhar o ótimo texto -ESSE É O BRASIL NO QUAL VIVEMOS- produzido pelo pensador Roberto Rachewsky. Eis:
CORRUPÇÃO ENDÊMICA
Não tem outro jeito. Só existe um. Se quisermos acabar com a corrupção endêmica temos que acabar com a doença. A corrupção ora é sintoma ora é tratamento paliativo contra o grande mal que aflige a sociedade brasileira e todas aquelas onde o governo é hipertrofiado. A doença parece ser congênita, parece ser genética, mas não é. Ela é transmissível e pode ser curada. Essa doença atende pelo nome científico -COLETIVISMO ESTATISTA CORPORATIVISTA-. É COLETIVISMO porque ela transforma uma sociedade de indivíduos em uma pasta amorfa. É ESTATISTA porque ela se vale da coerção do estado. Ela é CORPORATIVISTA porque nessa massa amorfa se formam grupos de interesse específico, uns tentando obter ganhos imerecidos violando direitos alheios e outros tentando se defender daqueles.
RACIONALIDADE
Existe uma VACINA contra a doença, mas não contra os doentes afetados pelo mal. A vacina se chama RACIONALIDADE. Ela desenvolve a autoestima e virtudes que fazem os indivíduos se destacarem da massa amorfa e lutar por uma vida virtuosa na qual honestidade, integridade, produtividade, independência, justiça e orgulho próprio e merecido fazem parte. São essas virtudes que fazem com que cada um de nós rejeite e combata o mal que permite que o coletivo através do estado e do governo se imiscua nas nossas vidas retirando a nossa titularidade, a nossa liberdade, regulando, controlando e confiscando a nossa propriedade, sequestrando nossa capacidade de buscar a nossa felicidade como a cada um aprouver.
UMA SOCIEDADE COMPOSTA MAJORITARIAMENTE DE PARASITAS
A doença não nasce no governo. Ela começa no seio da sociedade. O governo apenas é o melhor instrumento para que aqueles na sociedade afetados pela doença satisfaçam seus vícios e perversões. Sim, precisamos separar o governo da economia como separamos da religião. Mas isso não vai acontecer enquanto não separarmos o governo da educação, da cultura, da ciência, da saúde, da previdência. O Brasil está tão doente que quase toda a população é dependente do governo. Quanto mais dependente formos do governo, maior será a corrupção. Esse é o Brasil no qual vivemos. Uma sociedade composta majoritariamente de parasitas.
Pontocritico.com

