A XPrize, uma fundação que promove concursos para responder a problemas mundiais, criou uma competição para engajar jovens na busca de soluções para a pandemia do novo coronavírus. O concurso, lançado nesta semana promete pagar 1 milhão de dólares a jovens de 15 a 24 anos que proponham uma máscara facial que caia no gosto do público.
A ivermectina, usada para tratamento contra parasitas em seres humanos e animais, é tida como a nova medicação que irá curar – ou prevenir – a infecção contra o coronavírus. Mesmo sem nenhum estudo conclusivo comprovando a eficácia do remédio para tratar a covid-19, o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sincofarma) confirma que houve um aumento das prescrições, mas especialistas alertam para os riscos de uso indevido.
À espera de uma vacina, a lavagem de mãos, máscaras e distanciamento social são os meios mais eficientes de combater o coronavírus. Mas serão suficientes quando dezenas de milhões retornarem às escolas ou ao local de trabalho? Pesquisadores procuram maneiras de tornar seguros os espaços fechados que gradualmente voltam a reunir pessoas enquanto vacinas e tratamentos contra a covid-19 ainda estão em desenvolvimento.
Cientistas da Universidade de Oxford estão empolgados com os testes realizados em humanos com a vacinaque está sendo desenvolvida na universidade da Inglaterra. Segundo avaliações mais recentes, a terapia de imunização pode garantir uma “proteção dupla” contra a infecção do novo coronavírus. Conforme reportado pelo Daily Telegraph, a primeira fase de testes com voluntários humanos mostrou que o composto pode gerar uma resposta imune ao corpo. Dessa forma, o organismo é capaz de produzir maior quantidade de anticorpos e também de células-tronco “assassinas”, que podem dizimar o vírus.
Uma pesquisa publicada na prestigiosa revista científica Nature na quarta-feira revela que o corpo humano pode ficar protegido contra o novo coronavírus por mais tempo do que se imaginava. Nas últimas semanas, uma série de estudos mostrou que a imunização contra a covid-19 pode ser curta, com a carga de anticorpos desaparecendo após algumas semanas. Seria um desafio adicional para as vacinas que estão em testes mundo afora, inclusive no Brasil.