A vacina da Universidade de Oxford em parceria com a biofarmacêutica anglo-sueca AstraZeneca teve bons resultados contra o novo coronavírus nas fases 1 e 2, segundo um estudo publicado hoje na revista The Lancet. O estudo, realizado com cerca de 1.077 pessoas saudáveis, foi do tipo randômico, com grupo de controle (que recebeu uma vacina de meningite) e grupo cego (no qual os voluntários não sabem qual medicamento foi administrado).
As instituições de ensino superior e de educação profissional poderão retomar atividades presenciais práticas e laboratoriais a partir de hoje, após meses de paralisação pela pandemia da covid-19. As atividades de internato e estágio curricular obrigatórias dos cursos de medicina, farmácia, enfermagem, fisioterapia e odontologia estão liberadas – desde que as respectivas unidades limitem a presença a até 35% do número de alunos matriculados.
Os testes clínicos de fase 3 no Brasil com a potencial vacina contra a covid-19 desenvolvida pela chinesa SinoVac Biotech começarão na terça-feira, no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) e deverão estar concluídos em 90 dias, segundo o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). O estudo da potencial vacina chinesa será liderado pelo Instituto Butantan em 12 centros de pesquisa de cinco estados e do Distrito Federal, junto a 9.000 voluntários, que são profissionais da área de saúde.
Em 1516, no clássico livro Utopia, o intelectual inglês Thomas More esboçou uma ideia que outros pensadores desenvolveriam ao longo do tempo e que só agora, cinco séculos depois, seria estudada com seriedade por países nos quatro cantos do mundo: a renda básica de cidadania. A atual pandemia colocou essa utopia na ordem do dia. Em razão da necessidade de isolamento social para desacelerar a propagação do coronavírus, uma multidão de pessoas no mundo ficou impedida de trabalhar e garantir o próprio sustento.
Dois casos de possível reinfecção por coronavírus são investigados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Estão sob análise pacientes que se curaram da covid-19 em maio, mas tiveram de novo sintomas da doença em julho. Os testes de ambos voltaram a dar positivo para o Sars-CoV-2.