Cerca de 50 empresas estudam abrir o capital na bolsa. É o início de uma nova era ou uma onda passageira? Esse é um dos temas da edição desta quinzena da EXAME, que traz também o choque de gestão necessário nas eleições municipais brasileiras e a “eleição da conspiração” nos Estados Unidos. Boa leitura!
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Taciana Abreu, do Grupo Soma, dono da Farm e da Animale: a produção sustentável ajudou a atrair fundos para o IPO que levantou 1,8 bilhão de reais em julho | André Valentim/Exame
Abrir o capital na bolsa de valores é um dos atestados de sucesso que uma companhia pode desejar. No Brasil, no entanto, chegar à bolsa é um privilégio. Enquanto nos Estados Unidos existem mais de 6.000 companhias com ações negociadas, a quantidade de empresas listadas na B3, a bolsa brasileira, é atualmente uma das menores da história: 337. Mas esse quadro pode estar diante de um momento histórico de inflexão. Em um ano tão atípico como 2020, em que a pandemia paralisou o mundo, o Brasil já registrou até agora 15 estreias de empresas na bolsa, os IPOs. Parece pouco, mas essa quantidade perde apenas para os anos de 2006 e 2007, quando o país se beneficiava do boom de commodities e crescia 5% ao ano. São empresas não tão conhecidas do público, mas que emprestam uma nova cara para a bolsa brasileira. Nas 15 ofertas, teve de tudo um pouco: incorporadoras (Moura Debeux e Plano&Plano), pet shop (Petz), moda (Soma), serviços industriais (Priner) e tecnologia (Locaweb). Outras 50 empresas estão na fila. Mas em meio às expectativas de crescimento, os riscos da economia e as lições de 2007 servem de alerta. Leia a reportagem completa.