1 – SUPER QUARTA
Todas as atenções hoje estão voltadas para as decisões da Super Quarta, que deve definir o futuro das taxas de juros nos Estados Unidos e no Brasil. No aguardo da decisão do Fed, os índices futuros americanos Dow e S&P estão em queda e o Nasdaq Futuro tem leve variação positiva. As bolsas mundiais também refletem a expectativa pela decisão nos EUA. Os mercados asiáticos tiveram um dia misto, enquanto os principais índices europeus operam em baixa nesta manhã. No Brasil, a elevação da taxa básica de juros, a Selic, já é dada como certa pelo mercado diante do desempenho altista do dólar e, principalmente, do aumento das expectativas de inflação. Leia mais.
2 – COPOM
O Copom deve anunciar hoje o primeiro aumento na taxa básica de juros em seis anos. A expectativa do mercado é que a Selic saia dos atuais 2% ao ano para algo entre 2,25% a 2,75%, o início de uma trajetória de alta que deve se estender até o fim do ano. O aumento na taxa de juros é um movimento esperado, diante dos dados de inflação no país. O IPCA ficou em 0,86% em fevereiro, puxado pelo aumento nos preços dos combustíveis. É a maior alta para o mês desde 2016, segundo o IBGE. O aumento acumulado em 12 meses chega a 5,20%. Leia mais.
3 – BALANÇO UNIPAR
A petroquímica Unipar apresenta hoje seus resultados financeiros de 2020. A empresa é a maior fabricante de cloro de América da Sul e é listada na bolsa de valores. Os dados consolidados do ano devem mostrar se a previsão da empresa que poderia haver mais necessidade do produtor foi confirmada e revertida em receita. Ao longo do último ano, os dados mostraram um melhora ao longo dos trimestres. As receitas fecharam o terceiro trimestre em 1,1 bilhão de reais. O mesmo período teve um EBITDA de 315 milhões e lucro de 156 milhões. Leia mais.
4 – OS CUSTOS DA COVID
Uma certeza desta quarta-feira é que o Brasil seguirá com um grande número de vítimas da covid-19, após os mais de 2.800 mortos de ontem. Os custos com as internações também seguirão crescendo. Estudo da empresa de gestão hospitalar Planisa estima que, com o valor gasto com pacientes de covid-19 que precisaram ser internados apenas no ano passado, o Brasil conseguiria comprar vacinas para toda a população — e com sobra. Ao todo, a estimativa é que o Brasil tenha gasto 14,5 bilhões de reais em atendimento hospitalar aos 579.026 pacientes com covid-19 internados entre março e dezembro de 2020. Com esse montante, seria possível comprar vacinas da AstraZeneca para 241,5 milhões de pessoas tomarem duas doses. Mesmo vacinas mais caras seriam abarcadas por esse valor, o suficiente para vacinar mais do que os 210 milhões de habitantes brasileiros. Atualmente, o Brasil vacinou cerca de 4% da população. Leia mais.