Os julgamentos ocorreram no plenário virtual da Segunda Turma do STF. Gilmar Mendes deu o primeiro voto pela manutenção da soltura dos investigados e foi acompanhado por Ricardo Lewandowski. Depois, Nunes Marques abriu a divergência e foi seguido por Carmen Lúcia e Edson Fachin.
Foram revogadas as solturas do empresário Arthur Pinheiro Machado, alvo da Operação Rizoma, que apura irregularidades nos fundos de pensão dos Correios (Postalis) e do Serpro (Serpos); Josemar Pereira, alvo de uma fase da Lava Jato que investigou pagamento de propina a conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro; e Luiz Arthur Andrade Correia, conhecido como Zartha, alvo de uma operação que investigou a manipulação de mercado para favorecer operações de interesse de Eike Batista.
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Fonte: RS Notícias: Nunes Marques lidera divergência contra Gilmar e anula soltura de presos
