Finalmente parece que O Estadão, mesmo a destempo, decidiu retomar seu famoso Manual de Redação e Estilo (tenho dois exemplares) e localizar os adjetivos corretos para nomear a cena política nacional.
Pena que o faz com enorme atraso histórico, inócuo para estagnar os danos que o Brasil veio acumulando pela sua conivência obtusa.
À guisa de silenciar os apoiadores e o próprio
líder da direita – ao invés de apontar com justeza os vários erros e excessos – a imprensa destruiu o único bastião então capaz de equilibrar o fiel da balança da nossa suposta democracia.
Grito bem alto: não sou bolsonarista! Jair careceu de vários atributos, mas não deveria/poderia ter sido massacrado. Era parte necessária e indispensável no equilíbrio do jogo.
O que a imprensa lacaia e míope conseguiu com seus folhetins difamatórios e discursos de golpismo foi transformar o palco político numa gangorra fincada num lado só.
Objetivo atingido, o resultado aí está: o poder total exercido sem pudor algum, encharcado de corrupção (dos dois lados, diga-se), num envoltório de deslealdade para com o povo e danos de difícil reparação ao país inteiro.
Este STF é parte do sistema e sempre esteve aí, com seu saiote rosa choque bem à vista. Só Carolina não viu…
O que temos hoje é a Hydra gigantesca da corrupção descarada, que cresceu sob os apupos servis dos jornalistas que, presunçosos por natureza, creem firmemente que são detentores da Verdade Absoluta, nada obstante serem incapazes de um MÍNIMO exercício mental projetivo.
E nem adentrarei a seara dos interesses escusos que possam ter, limitando-me a abordar só a incompetência mesmo.
A imprensa destruiu a saúde do sistema quando se empenhou em devastar qualquer anticorpo (e nem ouso dizer que o existente fosse eficaz, sozinho) encharcando as manchetes com seus “achadinhos da Shopee” contra o lider da oposição. E tão obnubilados estavam que só UMA jornalista – Malu Gaspar – conseguiu puxar
um fiozinho da gigante fábrica tecelã de desvios de dinheiro e causar um grande e sonoro “Ohh!!
Será mesmo que só ela viu, após o final da Lava Jato? O que puderam os “espertos jornalistas” imaginar desde o funesto enterro da Operação? Que todo o emaranhado de criminosos foi convertido para alguma seita budista e abandonaram o crime?
Em suma, essas pomposas criaturas cheias de arrogância e presunçosa sabedoria conseguiram transformar o corpo do país num paraíso impune para as células cancerígenas ao destruirem o contrapeso à farsa Lulista e sua rede de envolvidos. Parabéns pelas crenças cegas, pelo olhar curto e pela vaidade que nutrem e tanto criticam.
Imprensa burra, que não entendeu sequer que a diferença entre o remédio e o veneno é a dose.
Post de Renata Di Pierro
Fonte: https://www.facebook.com/100000277508224/posts/29041423505450181/?rdid=pFukhQwD758TXXb7#
Fonte: A IMPRENSA QUIMIOTERÁPICA
