Por Roberto Rachewsky
Nada vai convencer os lulistas a mudarem de ideia. Quanto mais evidente ficar o comportamento marginal do Lula, mais apoio eles darão porque ser marginal está na sua essência. Para eles, Lula é oprimido, e quem é roubado é opressor. Ali, na militância maldita, ser corrupto e marginal é comportamento heróico. De cada um de acordo com sua capacidade, para cada um de acordo com sua necessidade. Eles não querem que o que é produzido seja transferido ao necessitado através de trocas voluntárias. Eles querem distribuição de riqueza através da fraude e do roubo, e Lula é mestre nisso. Um metalúrgico ignorante, esperto, que ascendeu ludibriando os incautos. Lula é o herói do brasileiro ressentido, culpado, moral e psicologicamente sequelado, que viu na ideologia marxista-leninista uma forma de redenção espiritual. Será necessário uma rara epifania para um lulista sair do transe.
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Fonte: SAIR DO TRANSE… – 20.10.26