O que faz um deputado federal? Entenda as atribuições do cargo em jogo nas eleições de 2026

Câmara tem 513 parlamentares responsáveis por criar leis, fiscalizar o Executivo e discutir o Orçamento da União

As eleições de 2026 vão definir, entre outros cargos, os deputados federais que irão representar os estados na Câmara dos Deputados pelos quatro anos seguintes. Em meio à campanha eleitoral, é comum que candidatos apresentem propostas relacionadas a obras, investimentos e melhorias para determinadas regiões. Mas parte dessas promessas depende de atribuições que não pertencem diretamente ao Legislativo.

A Câmara dos Deputados tem 513 parlamentares. Os deputados federais participam da elaboração das leis, fiscalizam as ações do governo federal e também têm participação no processo de elaboração e execução do Orçamento da União. São funções que envolvem decisões sobre políticas públicas e recursos que alcançam todo o país.

Deputados podem apresentar projetos de lei e analisar propostas encaminhadas por outros parlamentares, pelo governo federal e por outras instituições autorizadas a iniciar o processo legislativo. Os projetos passam, em muitos casos, pelas comissões da Câmara antes de serem levados ao plenário.

Nas comissões, as propostas são discutidas e podem receber alterações. Dependendo do assunto, são realizadas audiências públicas com especialistas, representantes de entidades e outros setores interessados no tema. Depois dessa etapa, os projetos seguem para votação quando necessário.

Os deputados também participam da análise de propostas de alteração da Constituição. Nesse caso, o processo é diferente do utilizado para projetos de lei e exige um número maior de votos para aprovação. As decisões tomadas pelo Congresso alcançam áreas como saúde, educação, segurança, economia, trabalho e direitos sociais.

Fiscalização do Poder Executivo

A Constituição estabelece ao Legislativo a função de fiscalizar o Poder Executivo. Na prática, os parlamentares acompanham as ações do governo federal e podem cobrar informações sobre programas, gastos e decisões administrativas.

A Câmara pode convocar ministros e outras autoridades para prestar esclarecimentos. Os deputados também podem solicitar informações a órgãos públicos e participar de investigações realizadas por meio das Comissões Parlamentares de Inquérito, conhecidas como CPIs.

O Congresso exerce o controle externo da administração federal com o auxílio do Tribunal de Contas da União (TCU), que analisa a aplicação dos recursos e a atuação dos órgãos públicos dentro de suas competências.

Esse papel de fiscalização é uma das razões pelas quais a escolha dos deputados tem impacto sobre o funcionamento do governo federal. Os parlamentares podem apoiar ou fazer oposição às medidas propostas pelo Executivo e também cobrar explicações sobre a condução das políticas públicas.

Emendas parlamentares

A destinação de recursos para estados e municípios é outro tema que costuma aparecer com frequência durante as campanhas eleitorais. Os deputados federais podem apresentar emendas ao Orçamento da União para indicar recursos para determinadas ações e investimentos.

Esses recursos podem ser direcionados para diferentes áreas, de acordo com as regras orçamentárias. Municípios podem receber verbas para projetos e serviços, por exemplo, nas áreas de saúde, infraestrutura e educação.

As emendas podem ser individuais ou coletivas. No caso das emendas individuais, cada parlamentar possui uma parcela do orçamento que pode indicar conforme as regras estabelecidas. Também existem emendas apresentadas conjuntamente por grupos de parlamentares. A indicação de recursos, porém, não significa que o deputado seja responsável pela execução de uma obra.

Se uma prefeitura recebe recursos federais por meio de uma emenda parlamentar para realizar uma obra, cabe ao município executar o projeto, seguindo as regras e procedimentos previstos. O deputado participa da indicação do recurso e pode acompanhar sua aplicação, mas não administra diretamente a obra.

Por isso, o deputado federal não substitui o prefeito ou o governador. Cada cargo possui responsabilidades diferentes. A prefeitura administra os serviços e obras municipais, enquanto o governo estadual cuida das atribuições que pertencem ao Estado. O deputado federal atua no Congresso e tem suas funções voltadas principalmente à legislação, fiscalização e orçamento federal.

Fonte: O que faz um deputado federal? Entenda as atribuições do cargo em jogo nas eleições de 2026

Como escapar do ciclo do cheque especial de uma vez por todas

O cheque especial não é vilão por acaso. Ele é desenhado para ser fácil de entrar e difícil de sair. Você usa R$ 200 para cobrir uma conta, no mês seguinte entram os juros, seu salário já cai menor, você precisa usar de novo. E o ciclo recomeça.

Sair dele exige uma estratégia de choque, não apenas “tentar gastar menos”. Aqui está o plano em 5 etapas que funciona na prática.

1. Pare de normalizar: entenda o tamanho real do problema

O cheque especial hoje tem juros limitados a 8% ao mês por determinação do Banco Central, mas isso ainda significa mais de 150% ao ano. É um dos créditos mais caros do país.

Faça agora:

  • Abra seu app e anote 3 números: quanto você deve hoje no cheque especial, qual a taxa mensal que seu banco cobra, e há quantos meses você está no negativo.
  • Calcule quanto você pagou só de juros nos últimos 3 meses. Esse número costuma ser o gatilho que faz a pessoa mudar de verdade.

Enquanto você estiver vendo o limite como parte do seu salário, você nunca vai sair dele.

2. Corte o oxigênio do ciclo por 30 dias

A regra de ouro: por 30 dias, seu limite não existe.

  1. Ligue para o banco e peça a redução do limite para R$ 0 ou o mínimo possível. Se não quiser fazer por telefone, vá no app > Cheque Especial > Limite. Você continua devendo o que já deve, mas impede que a dívida cresça.
  2. Desvincule o cheque especial do débito automático. Muita gente entra no negativo porque a conta de luz ou o cartão estouram e o banco cobre automaticamente com o cheque. Tire essa autorização.
  3. Mude a data das contas. Concentre vencimentos para 2 dias depois do seu pagamento, não antes.

Esses 30 dias vão doer. É para doer. É o desmame.

3. Troque uma dívida cara por uma barata

Ficar tentando pagar o cheque especial com o próprio salário é enxugar gelo. Você precisa trocar de dívida.

Ordem de prioridade, da melhor para a pior:

a) Portabilidade e renegociação: Ligue para o seu banco e diga literalmente: “Quero encerrar meu cheque especial e trocar por um crédito parcelado. Qual a proposta de vocês?” Bancos preferem perder um pouco de juros do que te perder para outro banco.

b) Empréstimo consignado ou com garantia: Se você é CLT, servidor ou aposentado, o consignado tem juros de 1,5% a 2,5% ao mês. É 4x mais barato que o cheque especial.

c) Parcelamento em até 6x sem juros no cartão ou empréstimo pessoal do seu banco digital: Muitos bancos oferecem crédito parcelado com juros de 3% a 5% para quitar o cheque. Ainda é caro, mas te dá parcelas fixas e previsíveis, que é o que quebra o ciclo.

Regra inegociável: Ao trocar, o dinheiro do empréstimo novo tem que ir direto para zerar o cheque. Não pode cair na conta corrente para você “usar se precisar”.

4. Crie um colchão de R$ 500 antes de querer quitar tudo

Parece contraditório, mas quem tenta pagar toda a dívida e fica com zero na conta volta para o cheque especial na primeira emergência.

O método funciona assim:

  • Separe uma conta digital diferente (PicPay, Nubank, Inter, caixinha)
  • Meta 1: R$ 500 de reserva de emergência. Venda algo, faça um extra, cancele 2 assinaturas por um mês. Só isso.
  • Só depois que tiver os R$ 500, jogue todo o extra para amortizar a dívida trocada do passo 3.

Esse colchão evita 80% das recaídas. O pneu furou? Você usa os R$ 500, não o cheque.

5. O sistema anti-recaída

Sair é difícil. Não voltar é mais difícil ainda. Monte isso de uma vez:

– Orçamento de 3 contas: Divida seu salário assim que cair:

  1. Contas fixas (moradia, luz, internet, transporte)
  2. Contas variáveis (mercado, lazer, filhos)
  3. Dívida / Reserva

Se o 1 + 2 for maior que 70% do salário, você não tem problema de cheque especial, tem problema de renda. E aí precisa cortar ou aumentar receita.

– Gatilho de alerta: Configure alerta no app para quando o saldo ficar abaixo de R$ 100. Não quando já estiver negativo.

– Dia do extrato: Todo domingo à noite, 10 minutos. Olhe apenas 3 coisas: quanto entrou, quanto saiu e quanto vai sair nos próximos 7 dias. Isso evita surpresas.

O erro mais comum é achar que vai sair do cheque especial “quando sobrar”. Nunca sobra. Você precisa criar a sobra trocando a dívida, bloqueando o limite e criando um mini colchão primeiro.

Se você está há mais de 6 meses no cheque especial, vale conversar com o gerente e pedir formalmente a migração para o “parcelamento do cheque especial” – todo banco grande é obrigado a oferecer uma alternativa mais barata após 30 dias de uso contínuo.

Quer que eu transforme isso em uma planilha de 30 dias com seu valor atual de dívida? Me diga quanto está hoje no cheque especial e qual seu salário líquido que eu monto o plano com datas e valores.

Fonte: Como escapar do ciclo do cheque especial de uma vez por todas

Homem é denunciado por feminicídio de ex-enteada de 14 anos em Encantado

Adolescente foi morta na casa do ex-padrasto após desentendimento financeiro, segundo o MPRS

A adolescente Alice Levandoski Nitz, 14 anos, que conviveu com seu ex-padrasto desde a infância, foi morta após um desentendimento relacionado a questões financeiras. Nesta quarta-feira, 9 de setembro, o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) denunciou o investigado pelo feminicídio ocorrido em 17 de agosto deste ano, em Encantado, no Vale do Taquari. O promotor de Justiça Heráclito Mota Barreto Neto sustenta que o crime foi praticado em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher, por motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.

Segundo ele, após a discussão, o denunciado “desferiu-lhe golpes de martelo na cabeça” e, na sequência, “munido de uma faca, desferiu repetidos golpes na região cervical”, provocando a morte de Alice ainda no local. O promotor aponta ainda que a jovem foi atacada desarmada, em ambiente fechado e sem possibilidade de defesa eficaz. Após o crime, conforme a investigação, o denunciado comunicou a familiares que havia matado a adolescente e deixou o local antes da chegada da Brigada Militar.

Além da condenação do denunciado, o MPRS requer que ele seja submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri e pede a fixação de valor mínimo para reparação dos danos causados aos familiares da vítima.

“O MPRS ofereceu denúncia com base nos elementos de prova reunidos na investigação, que apontam, em tese, a prática de um crime de extrema gravidade contra uma adolescente por seu próprio ex-padrasto. A partir de agora, seguirá acompanhando com atenção e cautela o andamento do processo judicial, fiscalizando a correta aplicação da lei e atuando para que os fatos sejam integralmente esclarecidos e a responsabilidade penal devidamente apurada”, afirmou Heráclito Mota Barreto Neto.

Fonte: Homem é denunciado por feminicídio de ex-enteada de 14 anos em Encantado

Apple lança iPhone Duo, primeiro dobrável da marca, por até R$ 30.999 no Brasil

Modelo tem tela interna de 7,6 polegadas e chega junto com iPhone 18 Pro, AirPods 5 e Apple Watch Series 12

A Apple lançou na tarde desta quarta-feira o “iPhone Duo”, o primeiro smartphone dobrável da marca. O anúncio aconteceu junto com as novas linhas do iPhone 18 Pro. O aparelho chega ao Brasil por R$ 21.999 (preço sugerido da empresa) na versão com 256 GB. O modelo mais caro será vendido por R$ 30.999 com 2TB.

O celular conta com uma tela externa de 5,4 polegadas, com capacidade para se abrir e chegar a uma tela de 7,6 polegadas. De acordo com a Apple, ele é 50% maior que o iPhone 18 Pro Max.

O modelo traz duas câmeras traseiras, uma frontal e uma no interior, quando a tela se abre. A traseira é uma Fusion Camera de 48 megapixels (com ultra-wide) e uma teleobjetiva de 12 megapixels (zoom de 2x); a frontal é uma câmera Center Stage de 12 megapixels, capaz de reconhecer a cena e enquadrar melhor as pessoas, e a tela interna conta com uma câmera FaceTime.

A Apple também divulgou a nova linha do iPhone 18 Pro e Pro Max. Os aparelhos vão custar entre R$ 11.999 e R$ 21.999, com variação de acordo com a quantidade de memória.

Os novos iPhones Pro contam com câmera principal de 48 megapixels e abertura variável, que permite controlar a quantidade de luz que entra na lente.

Os AirPods do modelo 5 também foram anunciados. Eles terão cinco horas de bateria com o cancelamento de ruído ativado e devem custar US$ 129 no modelo básico.

A Apple também apresentou os novos Apple Watch Series 12 e Ultra 4. Entre os principais avanços estão os recursos voltados à saúde e ao bem-estar, como uma medição mais precisa da frequência cardíaca e a integração de resultados de exames laboratoriais às informações registradas pelo próprio relógio.

Os novos modelos ainda trazem duas funções inéditas: inteligência de Áudio, consegue reconhecer sons importantes, como sirenes e alarmes e a Siri Recap, que permite realizar anotações gerais ao longo de conversas.

onte: Apple lança iPhone Duo, primeiro dobrável da marca, por até R$ 30.999 no Brasil

BRINCO DE ARGOLA ARTICULADO FOLHEADO A OURO COM ADORNOS TRANSVERSAIS COM MICRO-ZIRCÔNIAS

 

Brinco de argola articulado folheado a ouro, contendo adornos transversias na parte frontal, com 16 micro-zircônias cravejadas no par.

 

Código: BS5467

Unid.: par

Garantia: 1 ano após a data da compra

Prazo de liberação: Até 48 horas (somente dias úteis)

Dimensões aproximadas:

-diâmetro da argola: 1,3 cm

-espessura do fio: 3 mm

Link do produto: https://www.imagemfolheados.com.br/produto/brinco-de-argola-articulado-folheado-a-ouro-com-adornos-transversais-com-micro-zirconias/BS5467&a=97592

Fonte: BRINCO DE ARGOLA ARTICULADO FOLHEADO A OURO COM ADORNOS TRANSVERSAIS COM MICRO-ZIRCÔNIAS