Panela de Arroz Elétrica Britânia BPA5BI 400W 5 Xícaras

 

 

 

Informações do Produto

Panela de Arroz Elétrica Britânia BPA5BI 400W 5 Xícaras

Com a Panela de Arroz Elétrica Britânia BPA5BI você vai ter arroz soltinho de forma rápida e descomplicada. Ideal para quem precisa de praticidade e agilidade na cozinha. Com sistema de aquecimento automático, ela mantem seus alimentos quentinhos prontos para servir. Possui potência de 400W ela tem capacidade de até 5 xícaras de arroz. Sua tigela em revestimento antiaderente vai facilitar muito na hora da limpeza. Conta também com luz indicadora de funcionamento, coletor de água proveniente do vapor da tampa e cordão elétrico removível, pronto para ir à mesa. E tudo isso com a garantia do Inmetro, o que garante a qualidade e segurança do produto.

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Fonte: Panela de Arroz Elétrica Britânia BPA5BI 400W 5 Xícaras

Pieter Bruegel, o Velho – O mestre das paisagens e cenas camponesas do Renascimento flamengo

Pieter Bruegel, o Velho (c. 1525-1530 – 9 de setembro de 1569) foi o artista mais importante da pintura renascentista flamenga e brabantina. Pintor e gravurista nascido em Breda ou arredores, no Ducado de Brabante, foi conhecido por suas paisagens e cenas camponesas – a chamada pintura de gênero – e foi o primeiro a apresentar ambos os temas em pinturas de grande dimensão.

 

Vida

Bruegel foi admitido como mestre na Guilda de São Lucas aos 26 anos, em 1551, como aprendiz de Pieter Coecke van Aelst, artista de Antuérpia, escultor, arquiteto e criador de tapeçarias e vitrais.

Pouco depois viajou para a Itália, onde produziu uma série de paisagens. Sua primeira obra assinada e datada foi feita em Roma, em 1553. Permaneceu por um tempo no ateliê de um mestre siciliano, estudando a forma de pintar dos renascentistas.

Em 1555 retornou e se estabeleceu em Antuérpia, onde trabalhou principalmente como prolífico desenhista de gravuras para publicações. Só no final da década passou a fazer da pintura sua atividade principal. Todos os seus trabalhos famosos vêm do período de pouco mais de uma década que antecedeu sua morte prematura, aos cerca de 44 anos, em Bruxelas.

Em 1563, já em Bruxelas, casou-se com Mayken, filha de seu mestre Van Aelst, e ali se fixou permanentemente. A partir de 1559, abandonou o ‘h’ de seu nome e passou a assinar como Bruegel; seus parentes continuaram usando “Brueghel” ou “Breughel”.

Sabe-se pouco sobre sua personalidade. O biógrafo Carel van Mander escreveu: “Era um homem tranquilo, sábio e discreto. Mas, quando estava acompanhado, era divertido e gostava de assustar as pessoas e os seus aprendizes com histórias de fantasmas e outras diabruras.”

Obra

Bruegel emergiu numa das primeiras gerações de artistas a crescer quando a pintura religiosa já não era matéria recorrente. Também não pintou retratos, apesar de serem um pilar da arte neerlandesa da época. Foi uma influência formativa da Era de Ouro da pintura holandesa.

Sua obra revigora temas medievais, como a vida cotidiana retratada pelo estilo grotesco de manuscritos iluminados e as cenas sazonais de trabalhos agrícolas, mas em escala muito maior e com a custosa pintura a óleo. Fez o mesmo com o mundo fantástico e anárquico desenvolvido em gravuras e ilustrações de livros da Renascença.

É considerado o primeiro pintor ocidental a pintar paisagens como elemento central, e não apenas como pano de fundo. Suas paisagens de inverno de 1565, como Caçadores na Neve, são vistas até como provas da gravidade dos invernos durante a Pequena Idade do Gelo.

Foi um pintor de multidões e cenas populares, com vitalidade que transborda do quadro. Retratava a vida e os costumes camponeses, sua terra, os rituais da aldeia, agricultura, caça, refeições, festas, danças e jogos. Utilizando sátira e força, criou algumas das primeiras imagens de protesto social da história da arte. Exemplos são A luta entre o Carnaval e a Quaresma (1559), sátira dos conflitos da Reforma Protestante, e quadros que expõem o absurdo na vulgaridade e as fraquezas humanas.

A mais óbvia influência sobre sua arte no início é Hieronymus Bosch, visível em imagens demoníacas como O Triunfo da Morte e Dulle Griet (A Mulher Louca).

É por vezes chamado de “Bruegel Camponês”, para distingui-lo dos muitos pintores posteriores de sua família, como seu filho Pieter Brueghel, o Jovem (1564-1638), ou supostamente por ter o hábito de se vestir como camponês para se misturar à população em casamentos e festas e buscar inspiração.

Principais obras

  • Paisagem com a Queda de Ícaro (1558) – Museu Real de Belas Artes, Bruxelas
  • Provérbios Neerlandeses (1559) – Gemäldegalerie, Berlim
  • A luta entre o Carnaval e a Quaresma (1559) – Museu de História da Arte, Viena
  • A Torre de Babel (1563) – Museu de História da Arte, Viena
  • Caçadores na Neve (1565)
  • A Dança dos Camponeses
  • A Boda Camponesa (1567)
  • O Triunfo da Morte – Museu do Prado

Fonte: Pieter Bruegel, o Velho – O mestre das paisagens e cenas camponesas do Renascimento flamengo

BRINCO DE ARGOLA ARTICULADO FOLHEADO A OURO COM ADORNO EM FORMA DE FLOR COM MICRO-ZIRCÔNIAS

 

 

 

Brinco de argola articulado folheado a ouro, contendo adorno em forma de flor, com 10 micro-zircônias cravejadas no par.

Código: BS5466

Unid.: par

Garantia: 1 ano após a data da compra

Prazo de liberação: Até 48 horas (somente dias úteis)

Dimensões aproximadas:

-diâmetro da argola: 1,4 cm

-espessura do fio: 3 mm

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Fonte: BRINCO DE ARGOLA ARTICULADO FOLHEADO A OURO COM ADORNO EM FORMA DE FLOR COM MICRO-ZIRCÔNIAS

Jan van Eyck – O mestre flamengo que revolucionou a pintura a óleo

Jan van Eyck (c. 1390 – 9 de julho de 1441) foi um pintor flamengo do século XV, do gótico tardio, irmão de Hubert van Eyck. É considerado um dos melhores e mais célebres artistas dos primitivos flamengos, pelas inovações no retrato e na paisagem. Ao lado de Robert Campin, foi peça-chave na criação da escola flamenga, com ênfase na observação do mundo natural.

 

Biografia

Nascido provavelmente em Maaseik, nos atuais Países Baixos do Sul, Jan van Eyck teve como bases artísticas os escultores Claus Sluter e Melchior Broederlam. Em 1425, foi nomeado pintor da corte de Filipe III da Borgonha, o Bom, cargo que conservou até a morte, em Bruges, onde foi sepultado na Catedral de São Donaciano.

A relação com o duque era de grande confiança. Filipe encarregou-o de missões diplomáticas na Espanha, Portugal e Itália, viagens que explicam muitas das mudanças que sua arte provocou nesses países. Na Itália, percebe-se a influência flamenga em artistas como Melozzo da Forlì. Em Portugal, sua passagem é associada a uma renovação da pintura gótica que ainda imperava, visível, por exemplo, nos Painéis de São Vicente de Fora, hoje no Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa.

Foi casado com Margareta van Eyck.

Obra e estilo

A obra de van Eyck caracteriza-se pelo naturalismo, meticulosos pormenores, cores vivas e extrema precisão nas texturas e na busca por novos sistemas de representação da tridimensionalidade. Embora não recorresse com tanta frequência à perspectiva linear, inovava na técnica: pintava a madeira de branco e a polia, o que concedia à pintura um brilho excepcional e um ligeiro efeito de profundidade.

É marcante também a influência da pintura helenística. O artista concedia profundidade e sombras mesmo nas zonas de maior luz, uma iniciação ao realismo. Outro traço constante é a monumentalidade das figuras humanas. Em seu quadro mais famoso, O Casal Arnolfini (1434), tanto Giovanni di Nicolao Arnolfini quanto sua esposa Giovanna são representados como monumentos.

Entre suas obras destacadas estão o Retábulo de Gante (com o irmão Hubert), a Madonna do Chanceler Rolin, a Madonna de Lucca, a Virgem com o Cônego van der Paele e Santa Bárbara.

Entre seus herdeiros diretos estão Rogier van der Weyden, Hugo van der Goes, Petrus Christus, Konrad Witz, Hans Memling e Martin Schongauer.

O inventor da pintura a óleo

Para espelhar a realidade em todos os pormenores, van Eyck precisou aperfeiçoar a técnica pictórica. Foi-lhe atribuída a invenção da pintura a óleo.

Na Idade Média, os pintores preparavam seus próprios pigmentos, extraídos de plantas e minerais, triturados entre duas pedras e misturados com ovo – a têmpera –, que secava muito depressa.

Insatisfeito, van Eyck passou a usar óleo em vez de ovo. Assim, podia trabalhar mais devagar e com maior exatidão, fazer cores lustrosas aplicáveis em camadas transparentes ou “veladuras” e adicionar detalhes brilhantes em relevo com pincel de ponta fina. Foram esses milagres de precisão e minúcia que espantaram seus contemporâneos e levaram à aceitação geral do óleo como o veículo pictórico mais adequado, como descreve E. H. Gombrich em A História da Arte.

Fonte: Jan van Eyck – O mestre flamengo que revolucionou a pintura a óleo